quarta-feira, 10 de julho de 2013

cantora thabata-sp

RAQUEL VENTURINO

RAEL E MARA

KEILA CALIAN

NALDO MORETE-NF

VALMERIO EMERSON

INDICO A DUPLA: THIAGO E DEBORA

EU INDICO: JOHNATHAN OUVERNEY EM SUA IGREJA

EU INDICO: UANDERSON-NF

EU INDICO EM SEU TRABALHO, EVª WALLACE MARTINS-NF

terça-feira, 9 de julho de 2013

ENSINO RELIGIOSO E EDUCAÇÃO CRISTÂ

Introdução

O tema Educação Cristã, parece simples de ser discutido e estudado, no entanto, seus princípios, apesar de claros se tornam um tema de difícil definição. Mesmo entre os especialistas da área exite grande divergência na resposta à simples pergunta: O que é Educação Cristã (EC)?
A divergência de definições é tão grande, que é possível encontrar obras literárias que defendem a EC, o ensino cristão em todos os modos, e por conseguinte adota a Escola Bíblica Dominical (EBD) como sendo o grande alicerce da EC. Se a EBD, os grupos de discipulado  e os demais grupos de estudo bíblico são exemplos de EC, então o que é Ensino Religioso (ER)? Se a EBD é a melhor referência a EC?
Por esta óptica, quais são os desafios da EC visto que os alunos da EBD ou mesmo dos grupos de discipulado estão ali reunidos para aprender especificamente as doutrinas propostas por aquela organização religiosa?
O objetivo deste trabalho é traçar a linha que divide a EC do ER, definir seu conceito, modos de atuação e filosofia. Não é meu objetivo determinar qual o melhor ou maior, e sim definir claramente qual o papel de cada uma no desenvolvimento da sociedade e da fé cristã.



Atuação do Ensino Religioso
 

Como o próprio nome sugere, Ensino Religioso é o ensino da religião, ou seja, o ensinamento dos dogmas e doutrinas de dada orientação religiosa.
A palavra religião chegou a nós através do latim religio; esta palavra é usada para definir a expressão externa da crença e não necessariamente o conteúdo da mesma. Não existe sociedade na história, em que não fosse encontrado algum tipo de religião, desde as mais remotas até as modernas, a religião esta sempre presente. Em todas as formas de religião,  podemos evidenciar a presença de alguns fatores básicos presente em todas as religiões, ou seja em todas as formas de religião encontramos:
•    Livro (ou escritos) sagrado;
•    Rituais;
•    Normas;
•    Sacerdote;
•    Promessa de recompensa (em vida ou após ela);
O ER se faz necessário para instruir o recém convertido nesta série de informações inerentes à sua religião, tal instrução é essencial para o cumprimentos das regras da eventual religião escolhida. Em algumas religiões como o induísmo e o islamismo, a religião se confunde com a politica e faz parte da organização social e até nacional.
Nestes casos já nos primeiros passos como ser social, o individuo tem contato com sua religião, visto que a organização política e social são orientados pela religião, todas as suas ações terão influência de seu conhecimento empírico. Ainda no ambiente doméstico os pais fazem o papel de sacerdote a aplicam a doutrina religiosa a partir dos primeiros anos de vida. Em culturas como estas o ER está diretamente ligado a formação do caráter e na socialização mais propriamente dita.
Em culturas de grande diversidade religiosa, especialmente em países em que a liberdade religiosa é um direito constitucional, o cenário do ER se manifestada de forma diferenciada.
O primeiro contato com a religião também é no lar, no entanto, a religião não apresenta nenhum traço cível, os valores de sua religião são constantemente comparados com o de outras religiões, e ao longo da vida haverá esta “transculturação religiosa.” O ER, então, se presta no ambiente doméstico e na instituição religiosa escolhida, é importante ressaltar que a orientação religiosa em nada impacta no ambiente social, visto que a instrução religiosa não tem efeito civil.
O cidadão brasileiro tem amparo constitucional para exercer a religião de sua escolha, sendo também possível mudar de religião conforme assim o desejar, e isto não terá qualquer prejuízo à sua cidadania. Tal liberdade tem amparo constitucional, através do Artigo 50 incisos VI e VIII, a saber respectivamente, “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias” “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política,(...)”
A grande diversidade religiosa, e especialmente no Brasil, torna claro a necessidade do ER, pois toda prática requer conhecimentos específicos, e é papel do ER a instrução do leigo em seus ritos e costumes religiosos.


Ensino Religioso no Brasil
 

O ER no Brasil passou por grandes mudanças desde o império até os dias de hoje. É bom lembrar que a Constituição foi promulgada em 1988, mas a história do Brasil começa bem antes.
Durante a Brasil Colonia (1500-1800) foi desenvolvido o Ensino Religioso com o objetivo de expandir a religião oficial. Deu-se inicio a evangelização dos indígenas e catequese dos negros. Tal ação religiosa trouxe adesão em massa ao cristianismo no Brasil, esta ação foi exaustivamente utilizada pelo imperador visto que deste modo ele detinha o poder político e espiritual; tudo conforme uma  aliança feita entre o estado Português e a Igreja Católica.
A proclamação da república trouxe grandes mudanças para o ensino religioso a Constituição Federal com a expressão do artigo 72, parágrafo 6 diz: “Será leigo o ensino ministrado nos estabelecimentos público,”. Mesmo com a nova lei em vigor, o ER se manteve fiel aos princípios da Igreja Católica, isto gerou grande polêmica, os Bispos católicos tentavam explicar aos demais líderes religiosos que “ensino leigo” não é o mesmo que “ateu”. Nos anos seguintes a Igreja Católica, toma posição e defende o ensino da religião como resultado da liberdade religiosa e liberdade de consciência.
Somente através do  Decreto de 30 de abril de 1931, artigo 153, a saber: “O ensino religioso será de matrícula facultativa e ministrado de acordo com os princípios da confissão religiosa do aluno, manifestado pelos pais e responsáveis e constituirá matéria dos horários nas escolas públicas primárias, secundárias profissionais e normais”
Alheio a toda esta polêmica, a educação estava interessada basicamente na formação profissional e militar. Com isso, o ensino religioso perde assim seu caráter de obrigatoriedade,  e não exige presença obrigatória dos alunos.
A partir do texto do art. 33 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, reza que: “O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão, constitui disciplina de horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurando o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.”
Com isto o ensino religioso se torna parte essencial para a formação do cidadão, é também reconhecido como disciplina nos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. 
Este assunto ainda não está encerrado, um tema de grande polêmica e de interesse de todos, deve ser ampla e exaustivamente discutido. A religião é presente em nossa sociedade, respeitar a liberdade e diversidade religiosa e ainda admitir uma grade de ER que satisfaça a todos é um trabalho que exige tempo, dedicação e muita tolerância. Formar cidadãos com consciência e conhecimento religioso, em um ensino laico e sem proselitismo, é o que espera o cumprimento da LDB e da Constituição Brasileira.
Agora, cabe aos mestres em ensino religioso buscar cada vez mais, respeitar a pluralidade cultural e a liberdade religiosa, na tentativa de vincular os valores fundamentais da vida através do ensino religioso.

 

Conclusão sobre Ensino Religioso
 

Neste pequeno esboço, que traça em breves palavras a presença do ER no Brasil, e também algumas formas de ER (tanto familiar, como escolar), identificamos que é um tema que merece nossa atenção. Ela pode ser interessante quando corrobora com a educação recebida em casa, no entanto, pode ser importuno quando instrui em outra religião que não seja aquela escolhida.
Na LDB fica claro que no ER é vedado o proselitismo, ainda assim fica difícil determinar até que ponto do currículo a simples informação sobre o movimento religioso deixar de ser informação e passa a ser instrução religiosa com o objetivo de evangelizar os alunos.
Outro ponto a ser destacado é que se existe grande diversidade religiosa onde encontrar uma grade curricular que satisfaça esta gama de religiões representadas pelos alunos? Se as aulas de ER são facultativas, onde ficarão os alunos que não assistirão àquela aula específica? Se a frequencia é facultativa, e as aulas de ER não atendem a todos os alunos não é um desperdício de recursos manter esta matéria na grade curricular?
Como foi proposto no inicio deste texto, o ER ainda é um tema a ser exaustivamente debatido, e os rumos do ER deve ser novamente repensado e planejado de forma a realmente formar cidadãos conscientes e maduros e não apenas satisfazer a classe religiosa dominante.



Atuação da Educação Cristã
 

Diferentemente do ER, a Educação Cristã (EC) não trata do assunto “Religião” em si, mas sim do ponto de vista cristão da Educação. Em suma, ela não é uma matéria da grade escolar, e sim uma filosofia na educação. Podemos determiná-la como o molde que fundamenta a educação convencional nos princípios morais cristãos.
Isto não quer dizer necessariamente a inclusão no currículo escolar matérias que envolvam a Bíblia ou mesmo temas que envolvam o cristianismo, lembro que esta é a proposta do ER. A EC tem por objetivo a atuação mais filosófica e tanto quanto subjetiva, pois ela não é a uma matéria em si.
A Doutora em Filosofia e Mestre em educação Jane Rangel Alves Barbosa, define educação como “um processo que se baseia na reflexão sobre a realidade e, ao mesmo tempo, assimila suas necessidades e a crítica em suas inconsistências, agindo no sentido de atendê-la em muitos aspectos. Portanto, está embasada na Filosofia, na Sociologia, na Psicologia, na Antropologia e no contexto histórico” (2009 pág 30).
O dicionário Priberam define educação como sendo “Conjunto de normas pedagógicas tendentes ao desenvolvimento geral do corpo e do espírito”.
Pelos conceitos acima apresentados, entendemos que a educação é mais que mera instrução em dada disciplina. Cada disciplina do currículo escolar é importante e a formação do caráter e o desenvolvimento da sociedade depende desta instrução. Sendo assim a EC “é um processo de treinamento e desenvolvimento da pessoa e de seus dons naturais à luz da perspectiva cristã da vida, da realidade, do mundo e do homem.”
A Bíblia, é um livro sagrado para os cristãos; ela é o manual para a salvação de todo aquele que crê. Entretanto, é também um livro histórico e de sabedoria. Portanto, ser um observador e amante das Sagradas Escrituras, exige atenção especial a estes princípios. Religião, em sua forma latina religio é usada para definir a expressão externa da crença, portanto compõe seus ritos e dogmas.
O cristianismo, por sua vez, demonstra esta forma externa de crença, não apenas em ritos e dogmas, mas em princípios, como: respeito, honestidade e amor ao próximo. Como exemplo, podemos destacar que é ensinamento do cristianismo, que, se houver cumprimento dos ritos, mas sem amor, nada vale; e também, que o que o Senhor Deus espera de nós é “justiça e misericórdia com o próximo, a saber:
•    I Cor 13: 2 “Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.”
•    Mq 6:8 “Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benevolência, e andes humildemente com o teu Deus?”
O pensamento cristão excede os limites do dogmas religiosos, e se apresenta como sendo um manual de vida social exemplar. As melhores constituições do mundo tem base nos princípios cristãos, a declaração universal dos direitos humanos em nada fere as sagradas escrituras. Não há motivos para pensar em proselitismo neste momento, e sim, que, se abordarmos a filosofia cristã na educação, toda a sociedade tem a ganhar, visto que ela contribuirá para o desenvolvimento de uma sociedade justa e igualitária.
Um olhar pela história
O renascimento, ou renascença, deu ao homem a oportunidade de pensar livremente, de traçar seu destino, tanto através dos conhecimentos (astronomia, química), quanto através da política (o ideal republicano), das técnicas (medicina, arquitetura, engenharia, navegação) e das artes (pintura, escultura, literatura, teatro). A importância de tal conquista é inquestionável. A reforma protestante, não trouxe luz apenas a escuridão espiritual, trouxe também liberdade ideológica a todos.
Com o poder politico e ideológico da igreja abalado, o pensamento livre ganha espaço. Não era mais preciso do consentimento da igreja para se apresentar uma tese; ninguém mais morreria queimado se contrariasse a igreja. O racionalismo ganha espaço, todo o pensamento se volta para a razão. A fé passa a ser classificado como assunto místico, sem comprovação científica, portanto, assunto sem importância. O pensamento chave é a razão, como a fé não pode ser comprovada unicamente pela razão, qualquer assunto que envolvesse a religião se tornou desprezível.
Esta foi uma era de grande desenvolvimento em vários ramos do saber, especialmente na politica e na ciência; contudo qualquer assunto que envolvesse a fé, ou ideais que partissem de qualquer orientação religiosa foi vedado.
O marxismo, que através de Karl Marx, imortal fundador do comunismo científico, encontra na escola racionalista a força necessária para a teoria e prática da luta de classes, a revolução sobre o proletariado internacional. A crítica contra a sociedade burguesa foi o início de grandes ideais de igualdade e luta por melhores condições. Karl Marx, através de seus ideais de luta em defesa das classes baixas, fez grandes revoluções. Não apenas em sua época, mas abriu precedentes para outros grandes momentos na história. Sua atuação, foi destrutiva e construtiva; destrutiva, na medida em que proclamou a morte da burguesia, e construtiva, uma vez que anunciou a vitória do proletariado.
A escolástica, condicionava todo o conhecimento à prova da Bíblia, ou seja, todas as teses e estudos só eram reconhecidos como verdadeiros se aprovados pelas autoridades ligadas a igreja. Portanto cada teoria, tese ou argumento deveria ser refutado ou defendida por argumentos tirados da bíblia. Caso fosse refutado o autor da tese poderia ser chamado de herege, e sabemos, através da história, que muitos morreram por defenderem suas idéias científicas.


Educação Moderna
 

Este sucinto olhar para a história, foi capaz de comprar a opressão religiosa da idade média em relação ao desenvolvimento científico e filosófico, com a liberdade trazida pelo renascença e, mais tarde a luta das classes através do marxismo. O prejuízo religioso recebido a partir da renascença é incalculável, no entanto, o desenvolvimento científico (de modo geral) parece compensar todo a escuridão espirital vivida desde então.
É inegável as contribuições do racionalismo, como marco não apenas histórico, mas como início de uma nova era nas civilizações como contexto geral. A educação moderna, por sua vez, possui traços do racionalismo e marxismo. E educação de base e mesmo a superior está fundamentada em princípios racionalistas.
A forma básica de educação consiste no currículo das artes liberais, ou seja, desenvolver a arte de ser um homem livre. A questão primas é: “o que é liberdade”? Os humanistas discutem este conceito de liberdade; deste modo, liberdade é a possibilidade dada aos homens através de homens e por meios naturais. Os dois instrumentos básicos para a libertação natural do homem são, primeiro, a educação e, segundo, o planejamento e controle exercido pelo Estado. Na atualidade ambos os instrumentos se encontram em pleno uso.
Outro conceito de liberdade largamente ensinado e vivido é o da liberdade plena, ou liberdade essencial. Em outras palavras é o mesmo que “viver a vida do jeito que quiser”. Liberdade plena em todos os sentidos; ou podemos defini-la como uma independência de Deus, do homem, do passado, do presente e do futuro, para viver segundo as demandas do ego, ser livre para ser seu próprio deus, determinando o que é bom e o que é mal em termos de seus próprios desejos.
É importante lembrar que tudo o que o método científico não pode comprovar não pode existir, e que a mente autônoma do homem é o arbítrio final da realidade. Nestes termos, liberdade significa a independência do homem com respeito a Deus e a qualquer lei ou principio que tenha qualquer raiz em Deus ou em escritos sagrados.
A educação moderna, então, ensina a liberdade, no entanto, como um ato de rebeldia, rebelião e revolução. Se o homem é livre de qualquer obrigação e tem o dever de contestar e duvidar sempre. Isto significa que o bom aluno desafia cada vez mais a seus pais, a seus professores e à sociedade.


Conclusão sobre Educação Cristã
 

Não está em questão aqui as contribuições sociais alcançadas com o racionalismo, e sim as percas. A supervalorização do individuo e o total desprendimento dos princípios cristãos trouxe valores para a sociedade que não estão em acordo com os princípios das escrituras. E são palco para a degradação da sociedade.
Citando apenas um exemplo, podemos compara a alegria de um pai em saber que o filho tem vida sexual ativa, e apoiar o ato sexual antes do casamento, justamente por que ele é livre e pode fazer o que quiser com o corpo. No mesmo cenário poderemos presenciar o desgosto do mesmo pai e saber que sua filha adolescente também tem vida sexual ativa e está fazendo o que quer com o seu corpo, pois ela é livre.
O ideal de liberdade pregado pelo racionalismo e humanismo, ensina crianças e jovens a deliberadamente contestar as autoridades e simplesmente desacreditar em princípios morais cristãos. A ordem social e muitas vezes até familiar é colocada em cheque.
É comum encontrar educadores que classifiquem a juventude como “a idade da rebeldia”, e dizerem que em breve serão maduros e estarão prontos para assumir seu papel na sociedade. Ora, tudo o que foi ensinado na escola, todos os princípios de liberdade, e “viver a vida” devem ser encarados como uma fase da juventude e então quando esta “fase” passar, ou seja, quando o jovem não for mais rebelde, ou seja, quando ele esquecer toda a filosofia de educação que recebeu a vida toda. Aí sim ele estará pronto para “assumir seu papel” na sociedade.
O grande avanço social e científico alcançado até então, não pode ser desprezado, no entanto, se faz necessário a presença de valores cristãos no currículo escolar, não como disciplina visto que este é papel do ensino religioso. Mas sim como filosofia de educação, pois ao contrário da prática educacional atual, os valores cristão são ensinados para as crianças e esperamos que elas cresçam com estes princípios e jamais os abandone, pois só assim teremos uma sociedade justa, igualitária, com qualidade de vida e espaço para todos.



Conclusão Final
 

Ensino Religioso e Educação Cristã, no primeiro momento, parecem ser semelhantes em quase todos os aspectos. Entretanto, após definir seus alicerces e propósitos, fica claro a importância e diferenças entre cada um.
Assim como a presença da religião, a concepção do ER faz parte do dia-a-dia de todos. A instrução sobre os princípios e dogmas de cada religião deve ser ensinado a seus adeptos, e este é o papel do ER. Numa sociedade de grande diversidade religiosa como a brasileira, o debate se faz em torno do currículo, de como deve ser praticado o ER nas escolas. Legalmente o ER deve ser laico e vedado o proselitismo, então a pratica educacional religiosa deve apenas instruir nas diversas religiões com o intuito de formar cidadãos conscientes, moral e civicamente, usando além de todas as matérias da grade curricular o ER.
Proposta, não exatamente como prática educacional, mas sim como fundamento da educação, a EC propõe não a mudança do currículo escolar para se adaptar ao cristianismo, mas sim como filosofia. Os ideais humanistas e racionalistas contribuíram para o desenvolvimento politico e social, no entanto, quanto à consciência moral, ética, de valores familiares, entre outros ficaram prejudicados.
Tal proposta confunde liberdade com libertinagem, desrespeita o espaço alheio, confunde liberdade com rebeldia, além de se contradizer quanto ao conceito do que é maturidade. Se existe a idade da rebeldia e a idade da maturidade, por que ensinar liberdade em confusão com a rebeldia ao invés de ensinar “liberdade com maturidade”.
Portanto a EC deve conduzir a formação de crianças e jovens, não a volta da escolástica que queimava na fogueira os cientistas, mas sim a valorização dos princípios cristão na educação, não os valores religiosos de cada igreja que se julga cristã, mas sim os valores morais, éticos, e de responsabilidade social que são a base do cristianismo.

“Aguardemos alguém, seja Deus, seja um homem inspirado, que nos instrua sobre os nosso deveres e que afastemos as trevas dos nosso olhos” Sócrates
________
Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o SENHOR pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus.
Miquéias 6:8

Referências Bibliográficas
 

PAZMIÑO, Robert W. Temas fundamentais da educação cristã. São Paulo: Cultura Cristã,2008
RICHARDS, Lawrence O. Teologia da educação cristã. São Paulo: Vida Nova, 1983.
Ellen G. White. Fundamentos da Educação Cristã. CPB,2003
Ross House Books. The Philosophy of the Christian Curriculum, p. 116-118. (Tradução  Márcio Santana Sobrinho)
Julio Zabatiero. Novos caminhos para a educação cristã, Editora Hagnos
Sandra dos Reis Barros. Ensino religioso na formação do cidadão; Publicação independente da Associação de Educação Católica de São Paulo [aec-sp@aec-sp.org.br]
Augustus Nicodemus Lopes. Definindo e defendendo a Educação Cristã. Associação Internacional de Escolas Cristãs, disponível em http://acsibrasil.org/Portals/acsibrazil/_files/Articles/Definindo%20e%20defendendo%20a%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20Crist%C3%A3.pdf
Douglas, J. D, Novo Dicionário da Bíblica, Editora Nova Vida, 2006
ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Vademecum Universitário de Direito: Jurídica Brasileira. São Paulo, 2002.
 


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Lembra-se de quando ainda era criança e de quantas vezes desejou ter pais que te permitissem fazer tudo o que quisesse? Mas depois você cresceu e o ardente desejo por “liberdade” se tornou em vagas lembranças que te fazem sorrir enquanto você imagina: que loucura, coisa de menino...

A humanidade, mesmo que não perceba, é como uma criança louca por “liberdade” diante do Pai cuidadoso que sempre nos ensina: isso é errado, se você continuar por este caminho terá sérios problemas lá na frente. O problema é que como crianças que somos, só perceberemos ao certo o que os conselhos de Deus significam quando formos adultos. Até lá estaremos sempre desejando a tão perigosa “falsa liberdade”.

Lembro-me que quando tinha em torno de 12 anos, morria de inveja quando via meus colegas irem para praia sozinhos enquanto minha mãe só me permitia ir com algum adulto de confiança. Ainda lembro das vezes que fiquei emburrado e de cara feia resmungando pelos cantos por que minha mãe não me permitira brincar de bicicleta na “rua-de-baixo”. Mas o quê que tem? É ali pertinho, e eu só quero brincar um pouco, nada demais. A mãe do Pedro deixa ele ir... Tenho certeza que você algum dia já fez comentários desse gênero, não?

Mas e hoje? Hoje você percebe que a “rua-de-baixo” escondia perigos inimagináveis para sua inocente mente? E o Pedro, que sempre podia fazer tudo que você desejava, será que você ainda o inveja ou é ele quem admira a pessoa que você se tornou?

Se você se enquadra nessas questões, tenho certeza que neste momento está agradecendo a Deus pelos pais cuidadosos que tem ou teve. Maior certeza eu possuo que naquele grande dia, quando estivermos à ceia das bodas do Cordeiro (Apocalipse 19:9) quão grande será nosso regozijo ao lembrarmos de nosso tempo de criança como filhos de Deus. Agora sim entenderemos os porquês que tanto almejamos explicações. Agora estaremos lá, já adultos para o Senhor, lembrando de quantas vezes nos aborrecemos com nosso Pai por Ele nos dá o melhor... Quantas vezes ficamos de cara fechada porque nosso Pai não nos permitiu brincar na “rua-de-baixo”...

A humanidade encanta-se com suas descobertas. A cada novo invento revolucionário nos achamos capazes de andarmos sozinhos. Como crianças-quase-adolescentes nos ofendemos quando o Pai segura nossa mão ao atravessarmos as ruas movimentadas da vida. "Não precisa segurar minha mão, já sou um homem" relutamos. Mas basta uma buzinada de um motorista gozador para pularmos para as mãos sempre prontas a perdoar e segurar-nos firmes de nosso querido Pai. Mas infelizmente não aprendemos, a próxima rua já está bem próximo, e já estamos prontos para resmungar novamente: "Não precisa segurar minha mão, já sou um homem".

Mas para o Pai não importa nossa teimosia. Ele nos ama e sempre estará com suas mãos estendidas. Alguns de nós continuarão desobedientes a ponto de estragar suas vidas e se afastarem definitivamente do Pai. Sem saber voltar, se perderão em seus próprios erros e pagarão por suas decisões muitas vezes com a própria vida. Porém outros de nós (e eu quero estar incluído nesse grupo), que o Senhor Jesus também intitulou como Bem-aventurados, entenderão que por mais legal que possa parecer brincar na "rua-de-baixo", por algum motivo que sinceramente, enquanto formos crianças não entenderemos, nosso Pai bem sabe que esta esconde vários perigos de quedas, tristezas e até morte que nós jamais pensamos existir. Porém lá no fundo, e em alguns casos muito lá no fundo, sabemos que quando formos adultos (sentados com o Cordeiro) entenderemos que nosso Pai tinha razão. E com um sorriso nos lábios, apenas nos recordaremos do quanto fomos bobos e inocêntes quando criança e finalmente iremos agradescer a Deus, mas dessa vez por Ele próprio ter sido um pai tão cuidadoso e paciente conosco.


O TEMPLO JUDAICO

O TEMPLO JUDAICO



       Esse templo refere-se ao espaço físico, o prédio, onde os israelitas cultuavam a Deus. Neste estudo apresentaremos a sua localidade, as suas três divisões, e suas sete fases.

1. LOCALIDADE DO TEMPLO

A localidade do templo era exatamente no lugar onde Abraão foi sacrificar a Isaque, no monte Moriá (Gên 22 v 1 – 24). Mas os árabes a segura que Abarão ia sacrificar era Ismael nesse lugar. Lugar que mais tarde fora comprado por Davi (2º Sam 24 v 15 – 25; 2º Crô 3 v 1).

2. AS TRÊS DIVISÕES DO TEMPLO
A primeira parte do Templo era o Átrio, ou pátio (Êxo 37 v 9 – 31); que era parte exterior, e era iluminado pela a luz solar. Onde que todos os israelitas, em geral, tinham acesso. O átrio ainda sofria três divisões, a saber: a área dos homens israelitas, a das mulheres hebreias e a dos gentios.
A segunda parte era o Lugar Santo, onde somente os sacerdotes tinham acesso. Eles lá se adentravam todos os sábados. Este lugar era iluminado pelo candelabro, uma candeia de sete chamas.
E no último lugar, o Santuário, ou Lugar Santíssimo, ou Santo dos santos, tão somente, os sumos sacerdotes, tinham acesso, uma vez por ano. Esse lugar é iluminado pela Glória de Deus (Hebr 10 v 19).

3 AS SETE FASES DO TEMPLO
3.1 TABERNÁCOLO: O tabernácolo fala a respeito do templo portátil. Que foi construído no deserto por Moisés e permaneceu até os dias do rei Davi, que quis erigir um templo ao Senhor, o qual rejeitou. (2º Sm 7: 1-13).

3.2 TEMPLO DE SALOMÃO: O primeiro templo que fora erigido foi o de Salomão, em acerca de do ano 1000 aC. (1º Rei 6). Que foi destruído por Nabucodonosor, em cerca do ano 587 aC. (2º Rei 25 8 – 16).

3.3 TEMPLO DE ZOROMBABEL: O segundo templo foi construído no mesmo local no comando de Zorombabel em cerca do ano 520 a. C.

3.4 TEMPLO DE HERODES: É o terceiro templo. O mesmo fala de uma reforma, que foi praticamente, uma nova construção, efetuada por Herodes em 19 a. C. Este templo era ainda mais majestoso do que o de Salomão (Mat 24 v 1). E fora destruído no ano 70 dC, por Tito, general romano (Mat 24 v 2).

3.5 TEMPLO MULÇUMANO: Com a dispersão judaica, no ano 70 dC, a região foi habitada pelos árabes. Acerca de trezentos anos após, foi fundado Islamismo, por Maomé, na Arábia. E posteriormente, foi erigido na localidade dos escombros do templo judaico a Mesquita de Omar

3.6 TEMPLO DO ANTICRISTO: A nação de Israel que tinha sido dispersa da sua pátria no ano 70 dC, a retornou em 1948, três anos após a 2ª Guerra Mundial. E na grande tribulação, aparecerá o anticristo que fará uma aliança com essa nação, o qual os construirá o templo. (Dan 9 v 27; Mat 24 v 15).
3.7 TEMPLO DE CRISTO: Após a grande tribulação, no Milênio, Cristo destruirá, totalmente, o tal templo e Construirá o mais perfeito e majestoso templo. O Santuário do Milênio.

Espiritualmente, somos comparados com esse templo: nosso corso, o átrio; nossa alma, o lugar santo; e o nosso espírito, o Santo dos santos.

curso de obreiros



ÍNDICE

  INTRODUÇÃO                                 
1. APRESENTAÇÃO DO CONTEÚDO DA
DISCIPLINA                                                
OBJETIVO DA DISCIPLINA                        
II MINISTÉRIO ECLESIÁSTICO
BÍBLICO                                                      
HIERARQUIA                                              
OS DEZ NUNCA DO OBREIRO         
III ATITUDES DO LÍDER ECLESIÁS-
TICO ANTES DE APRESENTAR UM  
OBREIRO AO MINISTÉRIO                        
NÃO CONFIAR O MINISTÉRIO         
1. CONFIAR O MINISTÉRIO                       
IV OS NOVE TÓPICOS QUE DEPEN-
DEM DO CANDIDATO                                
1. CONVICÇÃO                                            
2. APTIDÃO                                                 
3. ATITUDE                                                 
4. CAPACIDADE                                          
5. FUNÇÃO ECLESIÁSTICA                          
6. VOCAÇÃO                                                 
7. ESPIRITUALIDADE                                 
8. COMO MEMBRO DA IGREJA                            
9. A FAMÍLIA                                                  
V ÉTICA MINISTERIAL                               
VI ACONSELHAMENTO PASTORAL          
VII ADMINISTRAÇÃO ECLESIÁSTICA        
CONCLUSÃO              
        
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  SEÇÃO 1

INTRODUÇÃO

Segundo André Sanchez no site Esboçando e Idéias:
Consagrar se trata da dedicação de alguém, ou de algo a Deus. Após a respectiva consagração a pessoa, ou o utensílio e etc. passa a pertencer ao templo de Deus. Doravante, as suas existências são, exclusivamente, separadas para os cultos e para os serviços divinos. As consagrações não consistem em algo medíocre; mas em fatores, extremamente sério e profundo.
Este fator, Consagração, é um fenômeno milagroso. E, todavia, é realizada mediante a uma oração, ou algum ritual. Com por exemplo, a consagração de pastores, ou de alguém ao Santo Ministério é efetuada em um culto especial, em um momento, também, especial. A oração é imprescindível quando se consagra algo, ou alguém, visto que, por intermédio dela colocamos os na presença de Deus para ser utilizados, ou usados, exclusivamente, segundo a Sua soberana Vontade.
Mas o que pode se consagrar? Ora, a Bíblia Sagrada narra às seguintes consagrações:
a)           Animais (2º Cr 29 v 33);
b)           Campos (Lv 27 v 21);
c)            Dinheiro e utensílios (Js 6 v 19);
d)           Lugares (Jr 31 v 40).
e)           O dia (Ne 8 v 9);
f)             Ofertas (Dt 12 v 26);
g)           Pessoas (Ex 22. 31);
h)            Vestes sacerdotais (Ex 29 v 29);
Estas passagens bíblicas nos proporcionam uma lição, em que mediante um ato de fé, devemos consagrar todas as coisas a Deus. (SANCHEZ, André,
 A apresentação de obreiro a igreja é efetuada por parti de um líder eclesiástico, de uma igreja local, que após a aprovação, da respectiva igreja, são levados os nomes dos candidatos a Diretoria do Ministério.
A consagração de obreiros é efetuada pelo ministério da igreja. Onde que em um evento especial é ministrada a Cerimônia de Consagração.
 Na constituição de seus obreiros há igrejas que adotam a forma de consagração; mas, porém, há outras igrejas que adotam a forma de eleição para esse fim. Não vou defender uma forma e nem outra, mas os obreiros de Cristo precisam portar se de requisitos exigidos pela Bíblia Sagrada.
Quem é o líder eclesiástico que apresentam obreiros a fim de piorar a situação do seu ministério? O Líder precisa ser muito prudente para não cometer tal erro. Visto que Satanás e as suas legiões de demônios já têm este encargo. E eles batem pesadíssimo nesta tecla.
Sempre quando apresentamos a pessoa errada ao ministério, ele se enfraquece e igreja acaba sofrendo muito com isso.
Para evitar a apresentação de pessoas erradas para os cargos sagrados, é necessário observarmos, rigorosamente, onze fatores importantíssimos. Dois fatores dependem do líder apresentador e nove fatores dependem do apresentado, ou do candidato ao Santo Ministério.
Os fatores que dependem do líder apresentador do candidato ao ministério são: “Não Confiar o Ministério” e “Confiar o Ministério”.
E os fatores que dependem do candidato ao ministério são: “Convicção, Aptidão, Atitude, Capacidade, Função Eclesiástica, Vocação, Espiritualidade, Como Membro da Igreja e a Família”.
A pessoa errada no Ministério é um problema seriíssimo. Esse sério problema pode ter duas naturezas. A saber: incontinência (Consagrar um incapacitado), ou traição (consagrar um traidor). Jesus Cristo precisava de um traidor em seu Ministério para cumprir as profecias. Porque Ele veio para morrer por nós. Mas, atualmente, não estar tendo nenhuma necessidade para sermos, traídos, julgados e crucificados em um cruz.
Um inimigo conosco só vai atrapalhar. É como diz o ditado:
“É melhor mil inimigos longe, do que um inimigo conosco”.
Em uma reunião de obreiros ouvi um pastor fazendo uma alegoria:
-“Uma cobra é muito perigosa, mas se ungi-la, ela passa ser mil vezes mais perigosa”.
Caros companheiros ministeriais tomem muito cuidados, porque uma cobra ungida é um grande perigo. Os senhores como ungido de Deus sabem muito bem o que estou dizendo.


PANORAMA DA MATÉRIA

O nosso pano de fundo (As discrições e o Propósito deste Livro) é constituído por dois tópicos, a saber: Apresentação do Conteúdo da Disciplina e Objetivo da Disciplina.
“E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus.” (Lucas 9 v 62)
  1. 1.          OBJETIVO DA DISCIPLINA

O alvo desta Matéria é fazer com que cada líder eclesiástico e cada candidato ao Santo Ministério estejam plenamente convictos de uma série de fatores, saber:

1.1.     HIERARQUIA: Neste tópico irás conhecer as ordens, ou as classes de cada grau do Ministério.

1.2.     OS DEZ NUNCA DO OBREIRO: Ao estudar este tópico, aprenderás as regras básicas e infalíveis para um obreiro ser idôneo.

1.3.     NÃO CONFIAR O MINISTÉRIO A: Assim, saberás a quem um líder eclesiástico não pode confiar o ministério.

1.4.     CONFIAR O MINISTÉRIO A: Então terás a oportunidade de saber a quem um líder eclesiástico pode confiar o ministério.
1.5.     A CONVICÇÃO DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO: Um candidato ao ministério precisa ter a absoluta certeza da sua chamada.

1.6.     A APTIDÃO DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO: Um candidato ao ministério deve ter fome e sede de fazer a Obra de Deus. 

1.7.     A ATITUDE DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO: Como atua esse candidato? Como é ele com relação ao testemunho? O que o povo diz a respeito dele?

1.8.     A CAPACIDADE DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO: Um candidato ao ministério precisa ter capacidade para: Aconselhar, ensinar e pregar a Palavra de Deus. Ele deve ser aquela pessoa que corre atrás de algo e consegue.

1.9.     A FUNÇÃO ECLESIÁSTICA DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO: Você não vai arriscar entregar um cargo sagrado a quem não tem costume de trabalhar na Obra de Deus. Não é mesmo? Em primeiro lugar, o candidato ao Santo Ministério precisa já fazer algo na igreja. Então convém ao líder eclesiástico analisar, com cuidado, a sua função.

1.10.  A VOCAÇÃO DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO: A palavra vocação, literalmente, refere-se a uma pessoa que, ela mesma, e todos quantos o conhecem, tem a plena convicção que a nasceu para exercer certo cargo, ou para certo fim.
1.11.  A ESPIRITUALIDADE DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO: É imprescindível que haja uma análise na vida espiritual do referido candidato ao Santo Ministério.

1.12.  O CANDIDATO AO MINISTÉRIO COMO MEMBRO DA IGREJA: Um candidato ao Santo Ministério precisa ser uma referência espiritual como membro da igreja.

1.13.  A FAMÍLIA DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO: A família de um candidato ao Ministério precisa ser um exemplo para toda a igreja.

1.14.  A ÉTICA MINISTERIAL: A ciência das normas no âmbito ministerial.

1.15.  O ACONSELHAMENTO PASTORAL: Métodos de aconselhamento cristão.
1.16.  A ADMINISTRAÇÃO ECLESIÁSTICA: A ciência que rege a administração da igreja.

Isto é para que o Santo Ministério e a Noiva do Cordeiro não sejam enfraquecidos e danificados.
Lembre-se: “Cuidar de noiva própria já não é fácil, quanto mais, cuidar de noiva alheia”.
Certo é: estamos tratando de um Noivo, Todo Poderoso, que tem pleno ciúme da sua Noiva.

SEÇÃO 2

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I MINISTÉRIO ECLESIÁSTICO

 

A apresentação de obreiro a igreja é efetuada por parti de um líder eclesiástico, de uma igreja local, que após a aprovação, da respectiva igreja, são levados os nomes dos candidatos a Diretoria do Ministério.

A consagração de obreiros é efetuada pelo ministério da igreja. Onde que em um evento especial é ministrada a Cerimônia de Consagração.

 Na constituição de seus obreiros há igrejas que adotam a forma de consagração; mas, porém, há outras igrejas que adotam a forma de eleição para esse fim. Não vou defender uma forma e nem outra, mas os obreiros de Cristo precisam portar se de requisitos exigidos pela Bíblia Sagrada.


O conteúdo desta imprescindível Matéria, não irá além do que acabas de ler. Confira:

1.1.            HIERARQUIA 

1.2.            OS DEZ NUNCA DO OBREIRO,

1.3.            NÃO CONFIAR O MINISTÉRIO,

1.4.            CONFIAR O MINISTÉRIO,

1.5.            CONVICÇÃO,

1.6.            APTIDÃO,

1.7.             ATITUDE,

1.8.             CAPACIDADE,

1.9.            FUNÇÃO ECLESIÁSTICA,

1.10.        VOCAÇÃO DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO,

1.11.        ESPIRITUALIDADE,

1.12.        COMO MEMBRO DA IGREJA,

1.13.        A FAMÍLIA

1.14.        ÉTICA MINISTERIAL

1.15.        ACONSELHAMENTO PASTORAL

1.16.        ADMINISTRAÇÃO ECLESIÁSTICA

 

 2.                OBJETIVO DA DISCIPLINA


O alvo desta Matéria é fazer com que cada líder eclesiástico e cada candidato ao Santo Ministério estejam plenamente convictos de uma série de fatores, saber:
2.1.            HIERARQUIA: Neste tópico irás conhecer as ordens, ou as classes de cada grau do Ministério.
2.2.            OS DEZ NUNCA DO OBREIRO: Ao estudar este tópico, aprenderás as regras básicas e infalíveis para um obreiro ser idôneo.
2.3.            NÃO CONFIAR O MINISTÉRIO A: Assim, saberás a quem um líder eclesiástico não pode confiar o ministério.
2.4.            CONFIAR O MINISTÉRIO A: Então terás a oportunidade de saber a quem um líder eclesiástico pode confiar o ministério.
2.5.            A CONVICÇÃO DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO: Um candidato ao ministério precisa ter a absoluta certeza da sua chamada.
2.6.            A APTIDÃO DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO: Um candidato ao ministério deve ter fome e sede de fazer a Obra de Deus. 
2.7.            A ATITUDE DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO: Como atua esse candidato? Como é ele com relação ao testemunho? O que o povo diz a respeito dele?
Uma hierarquia consiste na ordem e na subordinação dos poderes eclesiásticos, civis, e militares. Fala também de uma da série contínua de graus ou escalões em ordem crescentes ou decrescentes. 
Na área eclesiástica os nomes de um mesmo cargo eclesiásticos podem mudar de igreja para igreja. Exemplo: “padre, pastor, ancião, bispo, reverendo, etc.”. Estes cargos podem se coincidirem em sua respectiva denominação.
 Depois de uma rigorosa análise bíblica salientaremos sobre uma ordem decrescente:
                      
1.1.            PASTOR
 Pastor, fala de um Ministério Geral: Ele é o principal responsável pela igreja, além de Deus (João 21 v 15 – 17; Hebreus 13 v 17). Por que Ministério Geral? Ora, é porque, no seu Ministério, em qualquer lugar que ele chagar a igreja é obrigada a recebê-lo como pastor. Assim acontece com o Evangelista.
1.2.            EVANGELISTA
Este também se trata de um Ministério Geral: e fala a respeito de um pastor que trabalha subordinado a outro pastor responsável pela região. Assim como Timóteo que pastoreava a igreja em Creta, subordinado ao Apóstolo Paulo (2ª Timóteo 4 v 5). Evangelista é o primeiro grau do pastorado e refere - se a um ministério voltado aos evangelismos, exemplo: Filipe (Atos 21 v 8).

1.3.            PRESBÍTERO

Presbítero, do Hebraico (é ANCIÃO), do Grego (é PRESBÍTERO) e do Latim (é BISPO), ambos significam “SUPERINTENDENTE”. “Este é um Ministério Local”: fala de um superintendente, uma pessoa idônea que trabalha sob a subordinação dos pastores e dos evangelistas. O presbítero dirige igrejas (1ª Pedro 5 v 1-4); unge com óleo (Tiago 5 v 14) e auxilia ao ministério geral, tudo segundo o que for tratado em reuniões. O presbitério é um Ministério local porque em outros lugares a igreja só o reconhece como presbítero se o pastor local quiser.

1.4.            DIÁCONO

Nos tempos bíblicos havia dois tipos de diáconos, ou servos:
O primeiro era o:
1.4.1.      DUROS:
 Este tipo de servo, ou de escravo não podia entrar, sem autorização, da portaria do pátio para dentro, da casa do seu senhor. Ele atuava da portaria do pátio para fora. Suas funções eram nos campos.
1.4.2.      DIÁCONOS:
E em segundo lugar, o Diácono suas funções eram da portaria do pátio para dentro, da casa do seu senhor: ele lavava os pés dos que ali chegavam e cuidava de tudo, do pátio para dentro da casa.

             E quando a obra de Deus cresceu e apareceram problemas, como por exemplo, murmurações entre os discípulos; os apóstolos necessitaram de auxiliares para servir as mesas e dar fim com as murmurações. A este cargo deram – lhe o nome de Diaconato e os membros do diaconato, os Diáconos (Atos 6 v 1-7). Eles trabalham na subordinação dos pastores, ou dos evangelistas, ou dos presbíteros.
            Suas funções são: visitas; assistências sociais; cuidar das áreas materiais, físicas e geográficas da igreja, todo conforme as ordens de sues superiores. 
       
1.5.            PASTORADO CONTEMPORÂNEO

                        Os pastores são divididos em classes, a saber: 1º, pastor presidente de convenção geral; 2º, pastor presidente de convenção estadual, 3º pastor presidente de uma região, ou regional; 4º, pastor regional; 5º, pastor local, 6º, côo pastor (o segundo pastor).

1.6.             DONS MINISTERIAIS

Dons falam de capacidade. Mas quanto aos dons ministeriais fala de uma competência natural, que uma pessoa tem para fazer a obra de Deus. Conforme está registrado em Efésios 4 v 11:

1.6.1.      APÓSTOLOS:

Apostolo fala de um Ministro desbravador, que abre trabalho. Eles são dotados de muita fé, coragem e ânimo. Eles são muitos avivados.

1.6.2.       PROFETAS:
O profeta se trata de alguém muito avivado que tem mensagens diretas de Deus, a qual “edifica, exorta e consola” aos ouvintes (1ª Coríntios 14 v 3). Eles são enviados após os apóstolos, para fortalecer os novos convertidos.

1.6.3.      EVANGELISTAS:

O evangelista fala de um obreiro voltado aos evangelismos, a fim de fazer crescer a igreja do Senhor.

1.6.4.       PASTORES:

Os Pastores são ministros voltados à administração da igreja e aos ensinamentos da mesma.

1.6.5.       DOUTORES:

Doutor aqui são obreiros com capacidade celestial para interpretar os mistérios da Bíblia, e com a mesma capacidade eles aplicam estas descobertas na igreja. No intuito de que a igreja esteja bem fundamentada na Palavra de Deus.

1.6.6.      OBSERVAÇÃO:
Todos estes dons e ministérios nós os veremos continuar se cumprindo na vida dos obreiros, exceto um. O apostolo. É obvio que muitos homens de Deus têm este Don. Mas quanto ao ministério de apóstolo, biblicamente, só cumpriu na vida doze homens. Os doze apóstolos: “Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: O primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Lebeu, apelidado Tadeu; Simão o Zelote, e Judas Iscariotes, aquele que o traiu”. (Mateus 10:2-4). Com a morte de Judas, foi eleito Matias em seu lugar (Atos 1 v 15 – 26). Só é que, Matias não teve sucesso, nunca mais se ouviu falar, dele. Matias foi da vontade dos homens. Mas Deus já tinha preparado Paulo, para sucedê-lo: “Paulo, apóstolo (não da parte dos homens, nem por homem algum, mas por Jesus Cristo, e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos)” (Gálatas 1v1). Certo é, homem algum pode ter autoridade como os doze apóstolos. Eles tinham poder para elaborar um mandamento. Confira: “Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe” (1ª Coríntios 7 v 12). Mais ninguém pode fazer isso: “Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele às pragas que estão escritas neste livro; E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro” (Apocalipse 22 v18-19).  Antes de houver terra, já havia o Céu, e no céu, há a Nova Jerusalém, que, o seu muro, tem doze fundamentos, os quais têm os nomes dos doze apóstolos: “E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro” (Apocalipse 21 v 14).  Os doze apóstolos se tratam de doze homens, insubstituíveis, que nasceram neste mundo para um propósito muito específico. Tome muito cuidado com os apóstolos por aí.


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SEÇÃO3

2.                OS DEZ NUNCA DO OBREIRO

2.1.            Nunca tome partido numa questão sem ouvir os dois;
2.2.            Nunca pára de pregar e de ensinar a Palavra de Deus com medo de machucar as pessoas;
2.3.            Nunca use o púlpito para desabafar, ou para atacar pessoas;
2.4.            Nunca comente assuntos que foram tratados em particular com as pessoas;
2.5.            Não peça dinheiro emprestado, para os membros da igreja;
2.6.              Nunca chame membros de outras igrejas para fazer parte da sua igreja;

  • Não olhe para a sua necessidade,
  • Não para o seu grau de parentesco,
  • Não para a sua contribuição financeira,
  • Não olhe para sua bondade,
  • Não olhe para a sua aparência, assim como Samuel,

MAS OLHE:

  • Se ele é realmente submisso,
  • Se ele tem um bom nome (boa reputação),
  • Se ele tem disponibilidade para servir a Deus em sua Obra. Porque consagrar uma pessoa que só anda ocupada, nunca pode te ajudar. Para quê esse obreiro?(trabalhar)
  • Se ele é humilde,
  • Se ele trabalha para Cristo com alegria,
  • Se ele tem condição de ensinar e de pregar a Palavra de Deus,
  • Se ele tem condição de aconselhar,
  • Se ele apresenta um trabalho, exceto, distribuir oportunidade nos cultos.
  • Se ele é exemplo para toda a igreja na santidade, nas contribuições financeiras na sinceridade e espiritualidade.
  • Se ele tem paciência de lidar com o povo,
  • E ele tem uma visão positiva,
  • Se ele é seu amigo. (Ver amigo).
 2.4.             QUEM JÁ EXERCE CARGOS NA IGREJA COM QUALIDADE

Analise o que ele faz na igreja. Lembre-se: distribuir oportunidades nos cultos qualquer membro pode fazer.
Veja se o trabalho que ele executa estar indo bem, se estar crescendo, se a maioria das pessoas estar achando bom.

2.5.            A QUEM DEUS APROVA

Pede Deus uma confirmação para a apresentação desta pessoa. Há algumas formas de pedir ao Senhor uma confirmação, para tão importante projeto, se Ele quer ou não a, respectiva, pessoa no Seu Ministério:
2.5.1.      Pede Deus para falar contigo. Mas se Ele não sussurrar a sua voz, ou não te falar através de visões, ou sonhos proféticos. Então:

2.5.2.      Pede a Deus que Salve ou liberte alguém. Deus ouvindo-te no respectivo dia que escolheste é porque Ele quer essa pessoa para este fim.

2.5.3.      Pede a Deus para batizar certa pessoa com Espírito Santo, ou que Ele faz outro sinal.
Caso Deus não te responde é porque Ele estar livrando-te, ou o candidato de uma grande enrascada.
 2.6.            A QUEM A IGREJA APROVA
 Deus aprovando, então apresente o candidato ao Ministério em uma reunião ministerial, sendo aprovado pelos obreiros, posteriormente, apresente-o em uma reunião dos membros da igreja. Os membros aprovando já é um grande passo. A igreja tem o direito de querer ou não alguém lhe servindo. Veja os exemplos:
a)                  Matias foi eleito pela igreja (Atos 1 v 15 – 26);
b)                 Os primeiros diáconos foram escolhidos pela igreja (Atos 6 1 v 7).

2.7.             A QUEM TEM DISPONIBILIDADE
As posições ministeriais não são vaidades, elas são necessidades. Elas não foram constituídas para exaltar quem quer que seja. A única pessoa que é para ser exaltada, neste particular, é Cristo com a sua Obra sendo efetuada em dia.
Às vezes é consagrado alguém ao Ministério que só estar disponível, pára ajudar na igreja, uma vez por semana, ou uma vez por mês, e olha lá. O que este cidadão pode fazer a nível ministerial? Nada.
Então é aconselhado consagrar pessoas que tem tempo para Obra de Deus. O próprio nome já diz: Consagrar que sinônimo de Santificar, conclusão: Separar. Esta separação consiste em alguém, ou algo estar, exclusivamente, disponível aos serviços do Senhor.




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 SEÇÃO 4

IV
OS NOVE TÓPICOS QUE DEPENDEM DO CANDIDATO

Após estudar estes três capítulos, que se trata de fatores importantíssimos relacionados aos obreiros, aprenda agora os nove tópicos que dependem do candidato ao ministério para ser um verdadeiro obreiro. Veja: CONVICÇÃO, APTIDÃO, ATITUDE, CAPACIDADE, FUNÇÃO ECLESIÁSTICA, VOCAÇÃO DO CANDIDATO AO MINISTÉRIO, ESPIRITUALIDADE, COMO MEMBRO DA IGREJA, FAMÍLIA.
“E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mateus 16 v 19).
Os nossos superiores têm autoridade sobre nós. E, todavia, Deus nos rege é pelo vosso intermédio.


1.8.             QUE A VONTADE DA MAIORIA É AUTORIDADE

Este fator é, até mesmo, lei constitucional. Neste ponto coincide a Lei de Deus e dos homens.


1.9.            QUE A HIERARQUIA PRECISA SER RIGOROSAMENTE OBSERVADA

Espiritualmente, nós somos todos do mesmo tamanho. Mas Ministerialmente, não. No Ministério as responsabilidades e os graus diferem-se de cargo, para cargo.
Esta é uma lei que é necessária na política, nas empresas, nos quartéis, as igrejas. Em fim, onde estiver um grupo de pessoas é preciso que haja a hierarquia, caso contrário, o movimento não tem como ir avante.
Veja o que a bíblia ensina:

“E tu dentre todo o povo procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que odeiem a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqüenta, e maiorais de dez; Para que julguem este povo em todo o tempo; e seja que todo o negócio grave tragam a ti, mas todo o negócio pequeno eles o julguem; assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo. Se isto fizeres, e Deus to mandar, poderás então subsistir; assim também todo este povo em paz irá ao seu lugar. E Moisés deu ouvidos à voz de seu sogro, e fez tudo quanto tinha dito; E escolheu Moisés homens capazes, de todo o Israel, e os pôs por cabeças sobre o povo; maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqüenta e maiorais de dez. E eles julgaram o povo em todo o tempo; o negócio árduo trouxeram a Moisés, e todo o negócio pequeno julgaram eles”. (Êxodo 18:21-26).

2.                APTIDÃO
Significado de Aptidão: s.f. Disposição natural ou adquirida para qualquer coisa. Aptidão, ainda resume em: Vontade de; Almejo a, ou o, Desejo a, ou o; Aspirante de, etc.

2.1.            PARA EXERCER O SANTO MINISTÉRIO

“Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.” (1ª Timóteo 3 v 1).

2.2.            PARA ENSINAR E PREGAR A PALAVRA DE DEUS

“Persiste em ler, exortar e ensinar, até que eu vá.” (1ª Timóteo 4 v 13).


2.3.             PARA O EVANGELISMO
“E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mateus 28 v 18 – 20).
2.4.            PARA AJUDAR O SANTO MINISTÉRIO
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.” (1ª Coríntios 15 v 58).

2.5.             PARA FORTALECER O SANTO MINISTÉRIO 

“Mas bem sabeis qual a sua experiência, e que serviu comigo no evangelho, como filho ao pai. Julguei, contudo, necessário mandar-vos Epafrodito, meu irmão e cooperador, e companheiro nos combates, e vosso enviado para prover às minhas necessidades.” (Filipenses 2 v 22, 25).

2.6.            PARA ZELAR DO MINISTÉRIO

“Também três dos trinta chefes desceram, e no tempo da sega foram a Davi, à caverna de Adulão; e a multidão dos filisteus acampara no vale de Refaim. Davi estava então num lugar forte, e a guarnição dos filisteus em Belém. E teve Davi desejo, e disse: Quem me dera beber da água da cisterna de Belém, que está junto à porta! Então aqueles três poderosos romperam pelo arraial dos filisteus, e tiraram água da cisterna de Belém, que está junto à porta, e a tomaram, e a trouxeram a Davi; porém ele não a quis beber, mas derramou-a perante o SENHOR. E disse: Guarda-me, ó SENHOR, de que tal faça; beberia eu o sangue dos homens que foram com risco da sua vida? De maneira que não a quis beber; isto fizeram aqueles três poderosos”. (2º Samuel 23 v 13-17).
Você tem fidelidade o suficiente, de maneira, que arriscaria a sua vida a fim de cuidar do Santo Ministério?

2.7.            PARA PROSPERIDADE DA IGREJA

“É necessário que ele cresça e que eu diminua”. (João 3 v 30).
2.8.            PARA A PROSPERIDADE PRÓPRIA  
A prosperidade mais importante que um obreiro precisa se preocupar é com a intelectualidade. Uns quarenta anos atrás não precisavam muito, mas atualmente, é necessário que obreiro continue estudando.
Na igreja o pessoal estar concluindo o Ensino Médio, estar fazendo faculdades, estar estudando Teologia e se obreiro cruzar os braços ele ficará em dificuldade.
Portanto o obreiro, depois da oração e do jejum, precisa:
a)      Concluir o ensino Médio;
b)      Fazer faculdades;
c)      Estudar a Teologia;
d)     Fazer cursos de capacitações;
e)      Fazer cursos de atualizações e etc.
Todo tempo domina uma fase. Acerca de quarenta anos atrás (lembre-se os 40 anos ficaram para trás), era o tempo da foice, da enxada, do machado, queremos ou não, este tempo já passou. Hoje ninguém quer mais saber de foice, de enxada e de machado. Tenta colocar estas coisas na mente do povo para você vê! Não funciona mais.
O tempo contemporâneo domina a fase dos estudos. Quem hoje para de estudar, automaticamente, para de trabalhar. Os cargos, nesta época, são assumidos por quem tem mais estudos.
Caros companheiros ministeriais não apresentem ao Ministério aqueles que são contra os estudos, principalmente, contra a Teologia.
As falsas religiões e as seitas heréticas estão fazendo cursos: Básicos, Médios, Bacharelados, Mestrados, Doutorados e Pós-doutorado, a fim de desviar os santos da fé. E o pior, eles estão conseguindo confundir a mente de milhares de cristãos. Até mesmo obreiros tem caídos em suas redes.
Portanto, ó filhos da Luz vamos ser, pelo menos, um pouco prudentes também!

Deus quer crescemos. Vejam:

 “E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR teu Deus; Bendito serás na cidade, e bendito serás no campo. Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais; e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas. Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. Bendito serás ao entrares, e bendito serás ao saíres. O SENHOR entregará, feridos diante de ti, os teus inimigos, que se levantarem contra ti; por um caminho sairão contra ti, mas por sete caminhos fugirão da tua presença. O SENHOR mandará que a bênção {esteja}) contigo nos teus celeiros, e em tudo o que puseres a tua mão; e te abençoará na terra que te der o SENHOR teu Deus. O SENHOR te confirmará para si como povo santo, como te tem jurado, quando guardares os mandamentos do SENHOR teu Deus, e andares nos seus caminhos. E todos os povos da terra verão que é invocado sobre ti o nome do SENHOR, e terão temor de ti. E o SENHOR te dará abundância de bens no fruto do teu ventre, e no fruto dos teus animais, e no fruto do teu solo, sobre a terra que o SENHOR jurou a teus pais te dar. O SENHOR te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo, e para abençoar toda a obra das tuas mãos; e emprestarás a muitas nações, porém tu não tomarás emprestado. E o SENHOR te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás em cima, e não debaixo, se obedeceres aos mandamentos do SENHOR teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e cumprir. E não te desviarás de todas as palavras que hoje te ordeno, nem para a direita nem para a esquerda, andando após outros deuses, para os servires”. (Deuteronômio 28 v 1-14).
3.                ATITUDE
Conforme ensina a Wikipedia, Atitude, segundo a psicologia consiste na:
disposição ligada ao juízo de determinados objetos da percepção ou da imaginação - ou seja, a tendência de uma pessoa de julgar tais objetos como bons ou ruins, desejáveis ou indesejáveis e agirem”.
a)      Nas ações de alguém,
b)      Nos atos de alguém,
c)      No proceder de uma pessoa,
d)     Na atuação
e)      No modo de agir,
f)       Etc.

 SEÇÃO 5


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3.1.            O OBREIRO E SUAS VIAGENS INDIVIDUAIS

Pessoas independentes e exaltadas, em hipótese alguma, podem ser um obreiro dado por Deus, visto que, um obreiro de verdade precisa depender do Ministério da sua igreja e submetê-lo.
Um dos maiores erros e pecados são consagrar alguém só para beneficiá-lo, ou agradá-lo. A única que precisa ser beneficiada com a consagração de alguém é a igreja do Senhor.
As viagens de um cristão têm, pelo menos, quatro objetivos, a saber:
a)      Visitar parentes e amigos;
b)      Para lazer;
c)      A trabalho;
d)     E devocional.
Um, tão somente, membro da igreja tem mais liberdade para fazer as suas viagens. É só procurar o secretário (a) e pegar a sua carta de recomendação.
Mas quando se tange ao obreiro é muito diferente, por que ele não fora consagrado para massagear o seu ego, a sua consagração fora realizada para servir a sua igreja. Quando alguém é consagrado é porque a igreja estava dependendo dele. E essa igreja tem uma direção, a qual, o obreiro deve grandes satisfações.

3.8.            FIEL

O obreiro precisa ser digno de confiança. Já imaginou alguém que julga ser representante de Cristo e sendo infiel?

3.9.            DISPOSTO

O obreiro precisa ter um tempo para servi na Seara do Senhor. É necessário que o obreiro tenha disponibilidade para atender aos pedidos do seu superior. Até então porque, as consagrações são efetuadas conforme a necessidade da igreja.

3.10.        POSITIVISTA

Há muitas pessoas que têm um não na ponta da língua. Estas pessoas não servem para ser obreiros. O obreiro precisa ter pensamento positivo. Veja o ditado dos sábios:
“Quando tem boa vontade, já tem a metade”.

3.11.        PACIFICADOR

“Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;” (Mateus 5:9).
Pacificadores são aqueles que transmitem a paz. Aonde chega um pacificador às intrigas vão embora.

3.12.        RESPONSÁVEL

O obreiro verdadeiro é aquele que dar conta de tudo quanto lhe for confiado. O líder confia-lho uma responsabilidade e pode ficar tranquilo, porque tudo dará certo.


3.13.        TEMPERADO

Temperança é um dos frutos do espírito. Veja:
“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. (Gálatas 5 v 22).
Vejam as características de uma pessoa temperada:
a)      Saber à hora de falar,
b)      Saber à hora de calar,
c)      Saber à hora de rir,
d)     Saber à hora de chorar,
e)      Saber à hora de ir,
f)       Saber à hora de ficar.

3.14.        EQUILIBRADO

CÂNTICO DOS DEGRAUS
“Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre. Assim como estão os montes à roda de Jerusalém, assim o SENHOR está em volta do seu povo desde agora e para sempre. Porque o cetro da impiedade não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda as suas mãos para a iniqüidade. Faze bem, ó SENHOR, aos bons e aos que são retos de coração. Quanto àqueles que se desviam para os seus caminhos tortuosos, levá-los-á o SENHOR com os que praticam a maldade; paz haverá sobre Israel.” (Salmo 125)
3.15.        SEM PORTAR MÁ FAMA DE NINGUÉM

“E tu dentre todo o povo procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que odeiem a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqüenta, e maiorais de dez;” (Êxodo 18 v 21).
“Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio.” (Atos 6 v 3).


5.6.            TRABALHA COM ÊXITO

Analise se o seu trabalho na obra de Deus estar dando algum resultado.

 5.7.            TRABALHA COM SABEDORIA

O chamado por Deus trabalha com sabedoria.

5.8.            TRABALHA COM PRUDÊNCIA

O chamado por Deus trabalha com prudência.


5.9.                 TRABALHA COM RESPONSABILIDADE

Só é digno do Santo Ministério quem trabalha com responsabilidade. No caso de um pastor recém chegado em uma igreja pode, até mesmo, ir distribuindo as tarefas até ao seu terceiro ano de pastoreio, quem for realmente responsável com as suas tarefas, esta já é uma das características de um chamado por Deus.

5.10.        TRABALHA SEM PISAR EM NINGUÉM

Aqueles que visam à queda do seu companheiro, de antemão, precisa se converter ao Evangelho. Esta é uma evidência de um joio, o filho do inimigo das nossas almas.
Você colocaria alguém nesta situação no Santo Ministério?

5.11.        TRABALHA COM A BENÇÃO DO SEU SUPERIOR

Não confie o Santo Ministério para quem age e toma posições importantes sem o seu consentimento.


6.                                             VOCAÇÃO

Vocação se trata do ato ou do efeito de chamar (-se). Tendência ou inclinação para um estado, uma profissão e etc.

6.1.            CHAMADO POR DEUS

“E, andando junto do mar da Galiléia, viu Simão, e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens. E, deixando logo as suas redes, o seguiram”. (Marcos 1 v 16-18).
O obreiro precisa ter certeza a sua chamada.

6.2.            ESCOLHIDO POR DEUS
“E subiu ao monte, e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios:” (Marcos 3 v 13-15).
O obreiro deve estar convicto da sua escolha.

6.3.            PREPARADO

Estudos:
“Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras.” (Lucas 24 v 45).
O obreiro tem que ser preparado. A preparação se trata da teoria. Aprender o que fazer.
Exemplos:


9.6.7.       VOLUNTÁRIA

Mas o obreiro não pode obrigar, ou oprimir os membros da sua família a serem exemplo e santos. Tudo isto deve ser feito voluntário e com alegria. A obra da transformação e da santidade é a obra do Espírito Santo (Zacarias 4 v 6).

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 SEÇÃO 6


V  ÉTICA MINISTERIAL  


“Esta é uma palavra fiel: Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”, (1ª Timóteo 3 v 1)
Com esta imprescindível matéria iremos instruir, ao seminarista, a luz da Bíblia Sagrada, com respeito à Ética Ministerial. Para que o respeitoso estudante de Teologia esteja plenamente inteirado relativo às tarefas, às responsabilidades, aos caracteres e às posições de um ministro eclesiástico.  Iremos analisar a Bíblia, relativo à hierarquia ministerial eclesiástica.
Bem aventurado é aquele que tem obediência, humildade, fé e aptidão para viver as Santas Escrituras como ela é. Porque uma teologia que não tem base e respaldo bíblico, não tem veracidade e conseqüentemente, ela não é digna de confiança.  Mas, todavia, a Palavra de Deus, é a base principal dos nossos materiais didáticos.

1.                  ÉTICA

A ética consiste no estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana, do ponto de vista do bem e do mal. Podemos ainda definir a ética no conjunto de normas e princípios que norteiam a boa conduta do ser humano.


  1. 2.                  MINISTÉRIO

Ministério do original grego é diakonia e consiste em um cargo, ou um trabalho exercido por uma pessoa, em uma instituição, no nosso caso, na igreja. O ministério são as genuínas colunas da igreja (Gálatas 2 v 9). Todas as responsabilidades na casa de Deus são depositadas sobre o ministério da mesma.
Um ministério é um grupo de pessoas capazes e instituídas para uma importante missão. Estas pessoas são os ministros. Ministro [do original grego é (diakonos)]. Diácono, no sentido literal fala-se a respeito de um criado, um servo; é um auxiliar. Confira: Marcos 10 v 43; Romanos 13 v 4; 15 v 8; 1ª Coríntios 3 v 5; 2ª Coríntios  3 v 6; 6 v 4; 11 v 15.
Exemplos de ministros na Bíblia:
2.1.  Cristo, ministro do santuário, nos céus (Hebreus 8 v 2);
2.2.  O apostolo Paulo, no seu ministério evangelístico (Romanos 15 v 16);
2.3.   Os anjos e outros homens (Hebreus 1 v 7; Salmos 104 v 4)

  1. 3.                  A POSTURA DE UM COOPERADOR DE CRISTO

Tim 1 v 18, 19.
Somos militares no Reino de Deus. Precisamos ser continentes (2ª Tim 3 v 3;). Continência é um cumprimento militar. Isto é, reconhecer e respeitar a autoridade ministerial com companheiro.      

  1. (Hebr 7 v 7);A IGREJA SÓ FUNCIONA COM HIERARQUIA
4.1.            Os dirigentes dos cultos precisam ter a autorização e a bênção do seu líder
4.2.            Na hora de iniciar o culto não estando o responsável pela igreja, um dirigente autorizado pode iniciá-lo na hora exata;
4.3.            Mas ao chegar o responsável pela igreja, a direção do culto deve ser passado para ele imediatamente;
4.4.            Não somente deva passar a direção do culto ao responsável pela igreja, mas também a um membro do ministério da igreja que tenha maior grau ministerial, relativo a quem tiver dirigindo o culto.
4.5.            A humildade precede a honra (Provr 15 v 33)
4.6.            Mas na maioria das vezes, o mais responsável deixa o dirigente continuar dirigindo o culto.
4.7.            Quem estar dirigindo precisa da autorização e da benção do seu líder

  1. 5.                  QUEM ESTAR À FRENTE DOS TRABALHOS É UM REFERENCIAL PARA O POVO
5.1.            Ele precisa ter sabedoria;
5.2.            Ele precisa ter Discernimentos de Deus
5.3.            Ele precisa ter ética;
5.4.            Nunca cumprimentar um superior assentado;
5.5.            Sempre quem faz as apresentações dos visitantes no culto é o superior;
5.6.            Mesmo que a pessoa estar escalada para dirigir certo culto estando lá o seu superior, nunca ele inicia o culto sem a autorização do seu líder

6.    O OBREIRO
            Um obreiro eclesiástico é o mesmo que um ministro da igreja. Primeiramente, esta pessoa precisa ser membro da igreja. É muito importante que esta pessoa faça parte da referida igreja, desde seus primeiros passos. Porque Jesus Cristo, depois de passar uma noite em oração, escolheu os apóstolos dentre seus discípulos (Lucas 6 v 12 -16).                                    
Discípulos quer dizer alunos, aprendiz e diz a respeito aos membros da igreja; mas quanto aos apóstolos, diz a respeito aos obreiros, os ministros, da mesma. Mas não estamos falando de todos os membros da igreja, de uma forma geral, visto que um candidato ao ministério precisa preencher rigorosamente certos requisitos, a saber:
  Ter sua escolha e chamada diretamente de Deus (Jeremias 1 v 5; Ezequiel 2 v 1 – 3; Lucas 6 v 12 -16; Atos 13 v 2 -4);
  Conhecer, concordar, e viver, todos os ensinamentos e dogmas da igreja (2ª Timóteo 3 v 14 -17);
   Ser humilde e manso de coração (Mateus 11 v 29);
   Ser APROVADO: preparado por Deus e pelo o ministério da igreja (2ª Timóteo 2 v 15);
    Precisa ser: homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que aborrecem a avareza, varões de boa reputação, cheios de fé, cheios de sabedoria e do Espírito Santo (Êxodo 18 v 21; Atos 6 v 3, 5);
    Precisa ser muito obediente, ter submissão e saber trabalhar em equipe (Mateus 8 v 9 – 10).
        
7.                  A VIDA DO OBREIRO

                        O obreiro tem que ser uma referencia para a igreja. O povo de Deus precisa imitar-lo para ser salva e vitoriosa (1ª Coríntios 4 v 16; 11 v 1; Filipenses 3 v 17). Não é fácil ser um verdadeiro obreiro. Impostores, ou melhor, obreiros falsos são inúmeros por ai a fora, mas quando se trata de um obreiro, um homem de Deus, fala se a respeito de um representante do todo Poderoso aqui na terra (2ª Coríntios 5 v 20).
As críticas machucam e doem muito, mas elas fazem parte da vida de um líder”.

7.1.             A VIDA MORAL DE UM OBREIRO: 

O ponto principal a ser visto na vida de um obreiro, é a vida moral dele. Porque não faz sentido uma pessoa ser fervorosa e portadora de sinais sobrenaturais e ter uma vida vergonhosa. Confira: “Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que pratica a iniqüidade.”
Os escândalos não podem fazer parte da vida de um obreiro, como: o adultério, qualquer tipo de sexo ilícito, o roubo, a injustiça, a infâmia, a corrupção, o mau testemunho, a cobiça, a murmuração, a soberba, em fim, o obreiro tem que ser irrepreensível (1ª Timóteo 3 v 1 – 13).

    5.2 A VIDA ESPIRITUAL DE UM OBREIRO

            O obreiro não só precisa ser um exemplo espiritual para a igreja, mas ele também depende deste bom desempenho, o espiritual, para sobreviver se espiritualmente. Veja os fatores espirituais que não podem faltar na vida de um cristão, principalmente, na vida de um obreiro cristão:
  • Adoração, devoção e intimidade com Deus (João 4 v 23. 24).
  • Oração, jejum e leitura bíblica (1ª Tessalonicenses 5 v 17; Mateus 17 v 21; 2ª Coríntios 6 v 5; Josué 1 v 8; 1ª Timóteo 4 v 13).
  • Viver o sobrenatural: Ser portador dos sinais e prodígios (Marcos 17 v 20).
  • Ser produtor do fruto do Espírito: “caridade (AMOR), gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”, (Gálatas 5 v 22).
  • “Ser cheio de fé e do Espírito Santo” (Atos 6 v 5).
  • Ter realmente um compromisso com: “a oração e o ministério da Palavra” (Ato 6 v 4)
  • Ser portadores dos dons s (1ª Coríntios 12 v 6 – 11): “Espirituaipoder sobrenaturais”.
  • Ser portadores dos dons Ministeriais (Efésios 4 v 8 -13): “capacidade para administrar e servir a igreja”.
  • Ser portadores dos dons da Graça: os dons Espirituais e os dons Ministeriais ao mesmo tempo (Romanos 12 v 6 – 8).
  • Ter uma vida espiritual a atura, de até sofrer pelo o amor de Cristo e do Evangelho (2ª Coríntios 6 v 5).
Tudo isso são evidencias de quem tem uma vida espiritual ativa com Deus.


5.1.            A VIDA INTELECTUAL DE UM OBREIRO

Além da grande responsabilidade de um obreiro, ele precisa está nas condições de um bom professor, principalmente, na área teológica. Na verdade um obreiro é um grande professor.  Ensinar é uma das principais, missão de um ministro do Evangelho. Nós já aprendemos que Espírito Santo tem também a função de ensinar a igreja (João 14 v 26; 1ª João 2 v 27). Mas para realizar esta importantíssima missão, o Espírito Santo, usa o santo ministério da igreja. Ou melhor, o ministério de ensinar os discípulos de Cristo é feito através dos obreiros. Confira: Efésio 4 v 11, 12; 1ª Timóteo 4 v 13). Assim, é dada continuidade no Ministério de Cristo na ária da educação cristã (Mateus 4 v 23).
Mas em uma sala de aula, quem mais estuda é o professor. O dia que um professor parar de estudar ele não tem mais condições de ensinar. Portanto, o obreiro, jamais pode conformar com o que já sabe. Ele sempre precisa sentir a necessidade de saber mais um pouco.
Mas o que o obreiro precisa estudar?


v    A Bíblia: escola dominical, livros teológicos;

v    Teologia: básico, médio, bacharel, mestrado, doutorado e etc.

v    Ensino fundamental e Médio;

v     Universidades e etc.

      Jesus Cristo cresceu na graça e no conhecimento. Confira: Lucas 2 v 40, 52. Quer ter também sucesso? Faça o mesmo.


                                                    SEÇÃO 7


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  1. 5.           PARA QUE O MINISTÉRIO DA IGREJA?    

  

Neste tópico explicamos o objetivo da existência do Ministério da igreja. A igreja é como uma construção (Mateus 16 v 18). Toda construção precisa de colunas, além da base. Enquanto Cristo é esta Base, os ministros são estas colunas (Gálatas 2 v 9). Preste atenção nos objetivos as existência dos obreiros, os membros do ministério: 

v    Cuidar da igreja: responsabilizando pelos integrantes, da mesma (João 21 v 15-17; Hebreus 13 v 17). 

v    Ser exemplo para a igreja (1ª Pedro 5 v 2,3).

v    Trabalhar na obra de Deus: pastoreando igrejas, dirigindo cultos, visitando os membros da igreja, evangelizando, abrindo novos trabalhos, etc. (Atos 13 v 2).


  1. 6.           HIERARQUIA   


Uma hierarquia consiste na ordem e subordinação dos poderes eclesiásticos, civis, e militares. Fala também de uma da série contínua de graus ou escalões em ordem crescentes ou decrescentes. 

Na área eclesiástica os nomes de um mesmo cargo eclesiásticos podem mudar de igreja para igreja. Exemplo: “padre, pastor, ancião, bispo, reverendo, etc.”. Estes cargos podem referir ao mesmo em sua respectiva denominação.

 Segundo uma analise bíblica salientaremos sobre uma ordem decrescente:

6.1.       Pastor: “é um ministério geral”: ele é o principal responsável pela igreja, além de Deus (João 21 v 15 – 17; Hebreus 13 v 17);

 6.2.       Evangelista: “é ministério geral”: e fala a respeito de um pastor que trabalha subordinado a outro pastor responsável pela região. Assim como Timóteo que pastoreava a igreja em Creta, subordinado ao Apóstolo Paulo (2ª Timóteo 4 v 5). Evangelista é o primeiro grau do pastorado e refere - se a um ministério voltado aos evangelismos, exemplo: Filipe (Atos 21 v 8).
  
6.3.       Presbítero: (ancião e bispo podem também referir – se a presbítero). “Ministério local”: fala de um superintendente, uma pessoa idônea que trabalha sob a subordinação dos pastores e dos evangelistas. O presbítero dirige igrejas (1ª Pedro 5 v 1- 4); unge com óleo (Tiago 5 v 14) e auxilia ao ministério geral, tudo segundo o que for tratado em reuniões.

 7.4. Diácono: nos tempos bíblicos havia dois tipos de servos: o primeiro era:
 7.4.1.  Duros: Este tipo de servo, ou escravo não podia entrar, sem autorização, da portaria do pátio para dentro, da casa do seu senhor. Ele atuava da portaria do pátio para fora. Suas funções eram nos campos. E o segundo era o

7.4.2.   Diácono suas funções eram da portaria do pátio para dentro, da casa do seu senhor: ele lavava os pés dos que ali chegavam e cuidava de tudo, do pátio para dentro da casa.

 
  Quando obra de Deus cresceu, consequentemente apareceram murmurações entre os discípulos, os apóstolos necessitaram de auxiliares para servir as mesas e dar fim com as murmurações. A este cargo deram – lhe o nome de Diaconato e os membros do diaconato, os Diáconos (Atos 6 v 1-7). Eles trabalham na subordinação dos pastores, ou dos evangelistas, ou dos presbíteros.

Suas funções são: visitas; assistências sociais; cuidar das áreas materiais, físicas e geográficas da igreja, todo conforme as ordens de sues superiores. 

      
Pastorado contemporâneo: os pastores são divididos em classes, a saber: 1º, pastor presidente de convenção geral; 2º, pastor presidente de convenção estadual, ou regional; 3º, pastor regional; 4º, pastor local, 5º, coo - pastor (2º pastor).
  8- Dons Ministeriais
                      Dons falam de capacidade. Mas quanto aos dons ministeriais fala de uma competência natural, que uma pessoa tem para fazer a obra de Deus. Conforme está registrado em Efésios 4 v 11:
 8.1.       APÓSTOLOS:
 Apostolo fala de um Ministro desbravador, que abre trabalho. Eles são dotados de muita fé, coragem e ânimo. Eles são muitos avivados.
 8.2.       PROFETAS:
 O profeta se trata de alguém muito avivado que tem mensagens diretas de Deus, a qual “edifica, exorta e consola” aos ouvintes (1ª Coríntios 14 v 3). Eles são enviados após os apóstolos, para fortalecer os novos convertidos.
 8.3.       EVANGELISTAS:
 O evangelista fala de um obreiro voltado aos evangelismos, a fim de fazer crescer a igreja do Senhor.
 8.4.       PASTORES:
 Os Pastores são ministros voltados à administração da igreja e aos ensinamentos da mesma.
 8.5.       DOUTORES
 Doutor aqui são obreiros com capacidade celestial para interpretar os mistérios da Bíblia, e com a mesma capacidade eles aplicam estas descobertas na igreja. No intuito de que a igreja esteja bem fundamentada na Palavra de Deus.
  
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8.6.       OBSERVAÇÃO:

 Todos estes dons e ministérios nós os veremos continuar se cumprindo na vida dos obreiros, exceto um. O apostolo. É obvio que muitos homens de Deus têm este Don. Mas quanto ao ministério de apóstolo, biblicamente, só cumpriu na vida doze homens. Os doze apóstolos: “Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: O primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Lebeu, apelidado Tadeu; Simão o Zelote, e Judas Iscariotes, aquele que o traiu”. (Mateus 10:2-4). Com a morte de Judas, foi eleito Matias em seu lugar (Atos 1 v 15 – 26). Só é que, Matias não teve sucesso, nunca mais se ouviu falar, dele. Matias foi da vontade dos homens. Mas Deus já tinha preparado Paulo, para sucedê-lo: “Paulo, apóstolo (não da parte dos homens, nem por homem algum, mas por Jesus Cristo, e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos)” (Gálatas 1v1). Certo é, homem algum pode ter autoridade como os doze apóstolos. Eles tinham poder para elaborar um mandamento. Confira: “Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe” (1ª Coríntios 7 v 12). Mais ninguém pode fazer isso: “Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele às pragas que estão escritas neste livro; E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro” (Apocalipse 22 v18-19).  Antes de houver terra, já havia o Céu, e no céu, há a Nova Jerusalém, que, o seu muro, tem doze fundamentos, os quais têm os nomes dos doze apóstolos: “E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro” (Apocalipse 21 v 14).  Os doze apóstolos, se trata de doze homens, insubstituíveis, que nasceram neste mundo para um propósito muito específico. Tome muito cuidado com os apóstolos por aí.

          

 SEÇÃO 8


VI – ACONSELHAMENTO PASTORAL

 Leremos em Atos 20 v 27,28:

“Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus. Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com próprio sangue”.     

O verbo transitivo direto, Aconselhar” consiste em, dar conselhos a, recomendar as vantagens de, alertar a cerca dos riscos de, mostrar uma saída de, etc.. E a palavra adjetiva “pastoral”, implica em relativo ao pastor, concernente ao pastor, do pastor e etc..

            Ao falarmos de aconselhamento, automaticamente, é imprescindível utilizarmos a psicologia (a ciência que estuda a alma). Mesmo que muitos cristãos refutam - se a esta ciência, por acharem que a psicologia é irmã da bruxaria, com isto, diabólica.

            A causa das discrepâncias não vem da Psicologia, mas sim de alguns psicólogos, que se declaram anticristãos. Eles atacam o cristianismo sem piedade. Fazendo com que muitos cristãos venham a se abominar toda a Psicologia. Mas esta neurose é algo pessoal e não da ciência, da psicologia em si.

            Através da Bíblia, a Palavra de Deus e a direção do Espírito Santo, o pastor conselheiro pode utilizar a Psicologia como ferramenta para esta importantíssima missão. Tornando-a em “Psicologia Pastoral”.

ACONSELHAR É ORIENTAR: ACONSELHAMENTO PASTORAL É: ORIENTAÇÕES APLICADAS PELOS PASTORES...  


  UM BOM CONSELHEIRO:      

                              

Para ser um bom conselheiro a pessoa precisa estar ciente a cerca de uma serie de fatores, a saber:dos temperamentos das personalidades, dos caracteres, do eu, do meio ambiente, do ser, da alma e sua existências e etc.”. Somente assim ele poderá desvendar e adquirir saídas, ou soluções, para muitos problemas, os quais sofrem o pessoal contemporâneo.

     Para esta sublime missão o conselheiro não pode esquecer a Bíblia Sagrada, visto que o seu Autor é o maior e o melhor Conselheiro do Universo. Baseado na Santa Bíblia e na direção do Espírito Santo, é só falar com amor, segurança e seriedade que o Espírito de Deus cuidará do resto.  

 2.            CONSELHEIRO

 Ao conselheiro requer um perfil de personalidade a altura. Isto é, pelo fato de que a primeira impressão é a que fica. Quando alguém procura um conselheiro ele precisa sentir-se seguro, logo ao contemplá-lo. Vejam alguns requisitos indispensáveis ao conselheiro:

  • Ø Não estar na mesma situação calamitosa do aconselhado (Rute 2 v 1);
  • Ø Ter muito amor e compreensão (1ª Coríntios 13 v 1 – 8);
  • Ø Transmitir ao aconselhado segurança (Atos 3 v 4);
  • Ø Ter muita fé. Porque há caso que é como aquele do profeta Eliseu. Quando um homem faleceu deixando muita dívida para sua esposa e os credores iriam ficar com seus dois filhos no lugar da dívida, visto que ela não tinha como pagá-los. Esta mulher foi até o seu líder, o profeta Eliseu e ele a orientou o que fazer, mas para isto, foi preciso grande fé de ambos (2º Reis 4 v 1 – 7);
    • Ser franco e aberto (Atos 18 v 9);
    • O povo ao vê-lo, ver um homem de Deus (2º Reis 4 v 9).  


  1. 3.            TODOS OS LÍDERES DEVEM SER CONSELHEIROS

 Os membros de uma igreja, ao necessitar de um conselheiro, vêm logo em mente, o seu líder. Portanto, ele precisa estar preparado para este ministério. Jesus Cristo era também Conselheiro (Isaias 9 v 6). Todos responsáveis por uma igreja, precisa orar e jejuar reivindicando perante Deus capacidade para aconselhar e a orientar os membros da mesma. Para que o Espírito Santo venha a colocar a real palavra, na hora exata, a pessoa certa (Tg 1 v 5).
 4.            A LINGUAGEM NO ACONSELHAMENTO
  
“Porque para todo propósito há tempo e modo; porquanto o mal do homem é grande sobre ele”. (Eclesiastes 8 v 6).

As coisas não são resolvidas em qualquer tempo e de qualquer modo; tudo exige uma época e uma forma. A própria natureza humana e sua situação espiritual exigem isto. Quando queremos fazer as coisas no nosso tempo e do nosso jeito colocaremos tudo a perder.

 5.            O EQUILÍBRIO DE UM LÍDER VERDADEIRO
  
O líder eclesiástico deve ter autoridade para aconselhar e uma firme personalidade para não ser levado pelas emoções. É preciso ter também domínio próprio para incorrer em faltas que venha desabonar sua conduta, contradizendo seus conselhos. Já imaginou um conselheiro pessimista? Dizendo que não há mais esperança, ou solução para o problema? Ou um conselheiro que confessa está vivendo a mesma situação do aconselhado?! A igreja tem mandamento para que cada um dos seus membros venha a se reconhecer a grande capacidade do seu líder. Confira: 1ª Tessalonicenses 5 v 12,13.
  
 SEÇÃO 9

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6. AS PALAVRAS DE UM LÍDER IDÔNEO

 A única autoridade de um líder é fundamentada em seu exemplo (1ª Pedro 5 v 2,3). Alguém escolhido, chamado, preparado e enviado por Deus, sabe discernir à hora de falar as palavras corretas com a respectiva pessoa. Mas estas palavras não podem ser extraídas de um manual; elas precisam vir diretamente do Espírito Santo. Confira algumas frases de um conselheiro que deve ser dita na hora exata a pessoa certa:

v    Confesse esse pecado e o abandone e Deus te perdoará;

v    Venda o seu carro, ou esse objeto e pague a dívida;

v    Você deve orar e estudar a Bíblia regularmente;

v    Você precisa irromper hoje mesmo esse relacionamento homossexual;

v      Os tranquilizantes não lhe farão bem algum. Não se utiliza mais deles;

v    Suas preocupações precisam ser interrompidas. Entrega o teu caminho ao Senhor confia nele e Ele tudo fará;

v    Obedeça aos Mandamentos de Deus, sem nenhum medo;

v    Está na hora de tomar esta decisão;

v    Não tome esta atitude;
 Há milhares de outros argumentos que o Espírito de Deus possa inspira o aconselhador idôneo nesta missão.

 6.     O EFEITO DAS PALAVRAS

 Deus comunica com os homens através das palavras, elas é a ideia central da Bíblia. DABAR, o termo hebraico que significa palavra, de maior peso que o seu equivalente. Ele refere – se tanto a palavras quanto a coisas por ele significado. O poder de um nome é frequentemente mencionado nas Escrituras, exemplo: Atos 4 v 10, 12, 17, 18, 30. Notemos igualmente, como os nomes de pessoas foram alterados: Jacó, Pedro, Abrão, Saul, e em Atos 4 v 36, Barnabé. Estes nomes foram mudados para significar fatos novos acerca de suas pessoas.

     As palavras, as linguagens são portadoras de um grande potencial, o qual o homem moderno reconhece. O seu poder pode ser o da realização. É de suma importância que o conselheiro seja um estudioso da palavra. Ele deve aprender a notar o efeito das palavras nas vidas aconselhadas, visto que elas têm o poder de: influenciar, encorajar e realizar. Confira o que nos ensinou o sábio Salomão:                    

A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita ira. O homem se alegra na resposta da sua boca, e a palavra, a seu tempo, quão boa é!”(Provérbios 15 v 1, 23). As palavras podem ser um veneno ou um medicamento em Efésios 4 v 25-32; Romanos 1 v 21,22; Salmos 14 v 1. Portanto, o líder precisa saber falar com convicção, objetividade e simplicidade.


  1. 7.     O LÍDER PRECISA SABER:


         Depois de ter lido um texto bíblico, o conselheiro deve lançar mão de perguntas, as quais, são para serem respondidas pelo aconselhado:

1º) Qual é o problema (ou problemas) específicos neste caso? Essa pergunta subtende que o conselheiro quer compreender completamente, em todos os níveis.

2º) Especificamente, quais princípios bíblicos tem aplicações nesse caso? O Líder precisa saber o texto bíblico especifico que se encaixa em cada caso.

3º) O que precisa ser feito para solucionar o problema com mais eficácia, sem que piore a situação? Essas três perguntas subtendem e necessariamente levantam certo número de perguntas adicionais, que serão ventiladas durante o aconselhamento. Isso muda completamente os pensamentos ou filosofias sobre o caso. Ao aconselhado, alguns recursos para o conselheiro estão no próprio livro de Deus, como significado da vida e esperança.

          6 – Áreas de Atuação dos Aconselhamentos

Os lideres eclesiásticos devem está preparados para dar assistências espirituais, psicológicas e etc. para seus liderados e outros. Os aconselhamentos abrangem em diversas áreas as quais mencionamos a seguir:


1º) Pré – marital:


 Todo líder deseja a felicidade daqueles que convidam para realizar o seu casamento. Alguns noivos já terão um preparo razoável para o casamento. Logo que os noivos marcam a data do casamento, o seu líder já deve iniciar com eles reuniões no intuito de prepará-los para o enlace matrimonial.

Devido à grande responsabilidade do casamento, é imprescindível esta preparação. Antes do curso para os noivos (que não é nosso caso) é necessária uma entrevista com eles. Além do próprio líder, ministrar o curso de noivos para o casal é bom incentivá-los a ler livros que diz a respeito ao assunto.

Títulos que poderão ser abordados durante a entrevista com os noivos:

  • Como foi seu encontro e o que foi que atraiu um ao outro?
  • Cada um de vocês deseja agradar um ao outro?
  • Cada um de vocês tem desejo de ser o melhor possível para o outro?
  • Vocês sentem-se felizes, simplesmente, por estarem em companhia um do outro?
  • Qual seria o defeito, que se porventura, apresentasse em seu par, fosse o suficiente para causar separação?
  • Você sente-se atraído (a) fisicamente por ele (a)?
  • Vocês executando alguma coisa juntos, suas emoções e seus intelectos mantêm-se no mais alto nível?
  • Vocês se interessam profundamente pelas opiniões e ponto de vista um do outro?
  • Seus planos para o futuro, especialmente, com relação à profissão e ao tipo de lar desejado concordam um com outro?
  •   Vocês sentem-se orgulhosos por seu companheiro (a) quando se encontra em presença de outras pessoas?
  • Vocês gostam dos pais, amigos e outros membros da família do seu parceiro (a)?
  • Finalmente, você deseja o sucesso e a realização completa do seu companheiro (a)?
  • Vocês já fizeram o exame de sangue, para saber se seus sangues são compatíveis? Porque se vosso sangue for incompatível, grande é a probabilidade de seus filhos nascerem predestinados a morrerem ainda na infância, ou deficientes etc. 
  • Depois destas e outras perguntas respondidas pelos noivos, o conselheiro poderá mostrar – lhes alguns aspectos do casamento feliz.

 SEÇÃO 10

  1. 8.     CASAMENTO FELIZ

  • Casamento perfeito, não existe, Pelo fato do ser humano ser imperfeito. Causas básicas da felicidade conjugal:
  • Piedade dos cônjuges diante de Deus (Provérbios 31 v 30; Salmos 19 v 8,9; 12 v 6). Cônjuges que vivem para Deus podem vencer juntos nas crises (Eclesiastes 4 v 9 – 12).
  •  Amor pleno e mutuo dos pais (Provérbios 10 v 12; 1ª Coríntios 13 v 7). O Amor não é a única coisa responsável para a felicidade conjugal, mas ele é o principal, para essa felicidade. Tome muito cuidado com o casamento: sem amor; arranjado pelos casamenteiros, pais, parentes e conselheiros; tome muito cuidado também com as profecias com respeito ao casamento. As profecias ensinadas na Bíblia não são para dirigir as pessoas, mas para edificação, exortação e consolação (1ª Coríntios 14 v 3).
  • Maturidade por parte dos dois: maturidade social, espiritual, psíquica. 90% dos conflitos conjugais estão na falta da maturidade por parte de mulher, do homem, ou de ambos. Um dos principais resultados da maturidade são a humildade e a ausência da maldita razão.
  • Só através do amor e da maturidade é que os novos cônjuges podem ser realmente uma só carne, isto são pelo fato deles vir de famílias, modos, costumes diferentes. Onde que eles tinham horários (de refeições, de dormir e de acordar), temperos e diálogos muito diferentes. E pessoas exaltadas e que não abre mão da razão, não tem como se adaptarem. Só através do amor [que não visa interesse próprio (1ª Coríntios 13 v 5-7)], e da maturidade que capacita a pessoa para as boas convivências, é que o casal pode continuar vivendo juntos.

“Nenhum fracasso no mundo compensa um fracasso no lar”...


  1. 9.     AS CAUSAS DE UM MATRIMÔNIO INFELIZ



Tudo o que é certo, justo e bom, o diabo quer roubar, matar e a destruir [João 10 v 10 (a)]. E o casamento como tem estas três características (certo, justo e bom) é o principal alvo do inimigo das nossas almas. Casamento ruim são os casamentos entre pessoas que não tem amor, ou imaturas, e frequentemente, estes casamentos são arranjados. Ao lermos em 1ª aos Coríntios capitulo 7, onde que a Bíblia trata do casamento, o diabo está no meio do assunto (v5).      


  • Casamento feito sem amor:
  • Casamento arranjado;
  • Como se o ser humano fosse como animais irracionais, sem um futuro e sem compromisso de formar uma família;Casamento acontecido, só mediante atração sexual.
  • Casamento efetuado simplesmente pelo desejo de casar;
  • A infidelidade conjugal (adultério), esse mal destrói o casamento e o amor pelas bases (Provérbios 5 v 15; 12 v 4; Ml 2 v 14,15; Hebreus 13 v 4);
  • Casamentos Mistos (Deuteronômio 7 v 3; Esdras 9 v 12; 2ª Coríntios 6 v 14,15). O casamento é uma instituição civil e religiosa. Portanto, as pessoas devem se casar com os membros da sua religião. Caso contrário, a chance de dar errado é grande.
  •  Ciúme Infundado, sem causa e doentio. Este tipo de ciúme acontece através da falta de segurança e de confiança. Já imaginou a qualidade da vivência, a qual vivem - se com alguém que não a trás segurança e que não tem confiança? 
  •   Conflito de personalidade. As pessoas abrangem-se em infinitas características, a saber: * temperamentos: sanguíneas, coléricas, melancólicas e fleumáticas; *culturas: classes: altas, médias e baixas: * formações: doutores, graduados, alfabetizados e analfabetos; *caracteres: delicadas, mais ou menos, ou grosseiras; *cores: loiras, brancas, amarelas, pardas, mulatas e negras; *físico: gordas, pesos normais, magras; *idade: idosas, idades varonis, novas; *saúde: sadias, doentias; normais, deficientes; *potencial do físico: fortes, forças normais, fracas, musculosas, franzinas; etc.. O casamento segundo a vontade de Deus é para durar por toda a vida, então, a pessoa deve saber quem realmente ela quer. Porque alguém, com que vai se morar enquanto viver, não pode ser qualquer um (a). É necessário confirmar se é realmente esta pessoa que você quer.

  • Se vão ter filhos, ou não. Tudo isto deve ser tratado antes do casamento. Como vão ser a educação deles (Provérbios 13 v 24; 19 v 18; 22 v 6, 15; 23 v 13, 14; 29 v 15-17).Filhos sem planejamento:



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SEÇÃO 11

  1. 10.  RELAÇÃO SEXUAL


                          O nosso assunto não é o sexo em si. Visto que o mesmo consiste no conjunto de características que distinguem os seres vivos. Mas sim, com respeito à sua função reprodutora. O sexo ainda é qualquer uma das duas características, macho ou fêmea, na qual eles se classificam.

                                O nosso assunto é a relação sexual, no sentido de coito, cópula carnal, união sexual. Com isto falamos da união intima entre um macho e uma fêmea, a qual ocorre à penetração de um dos órgãos sexual masculino, em um dos órgãos sexuais feminino, para implantação de sêmen nos órgãos reprodutores feminino no intuito de dar continuidade na existência de sua espécie.

                      
  1. 11.  APETITE SEXUAL


O apetite sexual ocorre mediante dois fatores, a saber:

1.1.  O desejo da prática de relação sexual pode acontecer através do refluxo e inconsciente, partindo do sistema nervoso autônomo (medula espinhal), para os órgãos genitais. Causadas por uma sedução, por um pensamento etc..

1.2.  O desejo sexual pode vir também através do sistema nervoso e consciente, partido do cérebro para a medula espinhal e ativando o mecanismo sexual. Causado voluntariamente, mediante caricias estímulos.

                                    

  1. 12.  OS AGENTES CAUSAIS DA PRÁTICA SEXUAL


Agentes comerciais: Esta é uma droga social que deve ser erradicada: Remédios que pode até ter eficácia sexual, mas pode causar outros problemas. Exemplos: muitos já morreram por tomarem Viagra. (No caso de uma impotência sexual, pode recorrer tratamentos, ou estimulante).

12.4.  O agente erótico: A prática sexual simplesmente, por prazer carnal, sem amor. É puro erotismo animalesco.

12.5. O Agente biológico: Sexo só para reprodução apenas.

12.6. O Agente amoroso: Sexo motivado por um amor mútuo. Este sexo quando é acontecido nos parâmetros do casamento é segundo a vontade de Deus.

  1. 13.  O AGENTE INVOLUNTÁRIO

É o sexo por dever, por chantagem, por intimidação, por engano, por sedução


14.  SOBRE A PRÁTICA SEXUAL

  13.1. O sexo é pecado? O sexo dentro do casamento, no consentimento de ambos, uma união natural e normal entre um homem e uma mulher, não é pecado e     consiste em uma bênção da parte de Deus (Gênesis        1 v 27, 28; 1ª Coríntios 7 v 2-5; Hebreus 13 v 4).

13.2.   É preciso higiene: Em Israel, muito ao contrario do Brasil, 90% das judias não tem problema de câncer do útero, isto é pelo fato de que os judeus são circuncidados. É de suma importância a higiene, os órgãos sexuais precisa ser cuidadosamente higienizados, principalmente os do homem. Banhos antes e após a prática sexual é saúde.


14.  SEXOS ILÍCITOS: A Bíblia nos revela oito (8) tipos de relações sexuais, as quais Consistem em abominação aos olhos de Deus:

14.1. A prática sexual com animais (Êxodo 22 v 19; Levitico 18 v 23);

14.2.  A prática sexual por pessoas do mesmo sexo (Levitico 18 v 22; Romanos 1 v 27);

14.3.  O sexo oral (Romanos 1 v 24-27);

14.4.  O sexo anal (Romanos 1 v 24 - 27);

14.5. A prática sexual entre pessoas solteiras, fornicação (1ª Coríntios 5 v 1);

14.6. Infidelidade conjugal, adultério (Mateus 5 v 27);

14.7.  O sexo em troca de quaisquer bens materiais, ou de favores, prostituição (1ª Coríntios 6 v 13, 15 -18);

14.8.  A relação sexual entre casados, mas sem a devida honra a mulher (1ª Coríntios 7 v 3; 1º Pedro 3 v 7).

15. COMO MANTER UMA VIDA SEXUAL AGRADÁVEL PARA AMBOS:

 Uma vida Sexual satisfatória para o homem e para a mulher, a de responsabilidade é ambos, mas principalmente do homem.

Grande é a porcentagem de mulheres, que não se sentem prazer sexual. Na verdade muitas delas têm problemas de frigidez. Mas o maior percentual, nesse caso, o problema está nos homens. Pelo fato de ejaculação precoce, impotência sexual, falta de carícia, falta de preparação para o ato sexual. Quanto à ejaculação precoce e a impotência sexual, tem tratamento, é só procurar um sexólogo. Mas quanto à falta de carícia e a falta de preparação para o ato sexual a pessoa mesma pode resolver. Uma perfeita relação sexual não é efetuada no exato momento do sexo. Acontece muito de mulheres reclamarem os seus esposos por portarem roupas feias. Mas eles resistem-nas, e continua com a referida veste. Assim, jamais eles irão atraí-las. Conselhos para os homens: vivem bem trajados, principalmente, com o traje que agrade a sua esposa; fale carinhosamente e brinque com ela, mas com uma brincadeira que a agrade; presenteiam-na, levem flores para ela; lembre-se da data do seu aniversário; vive limpo e cheiroso, mas não use uma fragrância, a qual sua esposa não agrade; diz a ama; procure ajudá-la em algumas tarefas doméstica; preocupe-se com a saúde dela; honre sua companheira, principalmente, na presença de outrem.  Com este modo de viver, você terá uma esposa feliz, e com o passar de pouco tempo, quando você procurá-la para o ato sexual, terás, e ela também terá uma relação satisfatória. E Deus se agradará e sua família será consolidada. Com isto, terá um lar seguro.


  1.  PARA QUE A PRÁTICA DO SEXO?


O a relação sexual é saudável. Ela ajuda na circulação sanguínea, com isto é bom para o coração, tanto para os homens como para as mulheres, quando chegam ao orgasmo. Conseguindo chegar ao orgasmo, é liberado na corrente sanguínea um hormônio que traz um bom humor, e afugenta o estresse. Um casal que

Desfruta uma excelente relação sexual enfrenta melhor os problemas da vida. Casais que não desfrutam de uma satisfatória relação sexual, são mal humorados e vulneráveis.

  1. 17.             O DIVORCIO A LUZ DA BÍBLIA

Divórcio é a dissolução do vínculo matrimonial (casamento), podendo os divorciados contrair novas núpcias. Com isto, os cônjuges só por não mais gostar, ou ter qualquer problema com o seu companheiro (a) conjugal, já se divorciam. Mas quanto à luz da Bíblia o divorcio não pode ser assim.

  1. CASAMENTO

O casamento é a primeira e a organização principal de Deus neste mundo (Gênesis 2 v 23, 24; Mateus 19 v 4, 5). De maneira que o homem não tem o direito de rompê-lo ( Mateus 19 v 6). Deus estabeleceu o casamento para durar por toda vida. Sem as famílias, este mundo era ainda muito pior. E a causa responsável para mundo está assim tão ruim, são as faltas de estruturas em muitas famílias. Famílias contraídas sem planejamento, sem amor e etc..

  1. 19.     CONDIÇÕES PARA O DIVÓRCIO SEGUNDO A BÍBLIA:

16.1. *A primeira condição para o divórcio, as igrejas atuais demoraram a aderirem. Mas atualmente já estão aderindo. E há movimentos que ainda não aderiram. Jesus Cristo ensinou que devido à grande gravidade do adultério (infidelidade conjugal), o cônjuge traído tem o direito de se divorciar. Divorciando, ele (a), pode casar novamente (Mateus 5 v 32; 19 v 4 – 9). Lembrando, que biblicamente, as coisas ficam muito complicadas para o traidor (Mateus 19 v 9).

16.2. A segunda condição para o divórcio: Quanto a esta segunda condição para o divórcio, pelo que conheço as igrejas ainda não estão aderindo, a mesma. A pesar de que, muitos estão se divorciando e casando novamente por tantos outros problemas, os quais não são ordenados pela Bíblia, para o divórcio. Conforme ensinou o apóstolo Paulo, que quando um casal for composto por duas profissões de fé, ou melhor, um cônjuge for cristão e outro não. E aquele que não for cristão, não querer continuar mais vivendo com o cristão, devido a sua decisão de seguir a Cristo; que o cristão pode aceitar a separação e estará livremente, doravante (1ª Coríntios 7 v 13 – 16).

16.3.    Separação: não tendo motivos como estes, os quais Cristo e Paulo enfatizaram. Mas, porém, se o casal não queira a continuar vivendo juntos: que se separem, mas não case com outro (a), que vivem sós, ou caso contrario, que se reconcilie com o mesmo cônjuge (1ª Coríntios 7 v 10 – 11).



 SEÇÃO 12

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  VII ADMINISTRAÇÃO ECLESIASTICA


De antemão vamos ler Êxodo 18 v 1-27. Todos os métodos de uma boa administração do mundo são semelhantes ao ensinado em Êxodo 18. É de suma importância que os líderes eclesiásticos venham também a extrair para si ensinos áureos para sua vida ministerial, neste texto. Porque é bastante grande a sua responsabilidade e ninguém nunca sabe tudo. Muito engana aquele que pensa que sabe tudo. Todo líder eclesiástico precisa continuar aprendendo e treinando; até mesmo, pelo fato de que a igreja é a noiva do Cordeiro, a noiva de Cristo. “e cuidar da noiva própria já não é fácil, quanto mais, de noiva alheia.
 1 – PRINCIPIO DA ADMINISTRAÇÃO    
  
         Todo principio de administração que quer seja Eclesiástica, quer seja Secular, está baseado no capitulo 18 de Êxodo, e para melhor inteirarmos no assunto, vamos observar os versículos 13 – 27, do texto em apreço:

13- Observação e inspeção de pessoa;

14- interrogação investigação perspicaz;

15- 16. Resolução de conflito - correção;

17- julgamento;

18 - Avaliação do efeito sobre o líder e sobre o povo;

19- instrução técnica. Aconselhamento. Representação. Determinação de pensamentos.

20- Ensino; Trabalho de demonstração; Delegação de Especificação; Seleção; Estabelecimento; Qualificações; Atribuições de responsabilidade.

  21- Cadeia de comando. Centralização de poder.

  22- Extensão de controle. Julgamento. Avaliação.    Limites para tomar decisão. Administração por exceção. .

23- Explicações dos benefícios

24- Ouvindo. Pondo em prática.

25- Escolha. Seleção. Atribuição de responsabilidade. Extensão do controle.

26, 27- Julgamento. Avaliação. Administração por exceção.


  1. 2.    EXEMPLOS DE ADMINISTRAÇÃO ECLESIÁSTICOS

A Bíblia nos enriquece com vários exemplos de organização e Administração:

2.1              Davi divide o sacerdócio em 24 sumos sacerdotes e em 24 turnos. Onde que, cada sumo sacerdote era responsável por um turno e um grupo de sacerdotes (2º Crônicas 24).

2.2                 Deus orientou a Noé a construir a arca dando-lhe instruções de medidas, materiais e etc. (Gênesis 6 v 13 – 22).

2.3              Para a construção do Tabernáculo, Deus deu a Moisés o modelo, orientou quanto aos materiais, às medidas e quem poderiam exercer as respectivas tarefas (Êxodo 25; 26; 27).

2.4              Salomão recebeu todas as instruções, com minúcias, para a construção do Templo (2º Crônicas 3).

Poderíamos salientar vários outros exemplos de organizações e administrações eclesiásticas na Bíblia, mas estes são suficientes para consolidarmos a certeza de que a Palavra de Deus além de revelação divina, para com a salvação, é manual didático para organização e administração eclesiástica e muito, e muito mais...

  1. 3.           O QUE É ADMINISTRAR? 

         Ora, administrar é a ciência de gerir um organismo, levando – o ao melhor funcionamento possível, com o menor gasto, sem causar detrimento e sem comprometer o futuro. Administrar não é fazer tudo sozinho e sim distribuir as tarefas, para todos trabalharem. “é muito melhor e muito mais justo por 10 pessoas para trabalhar do que fazer todo o serviço delas”.       


3.1. Jesus como um grande administrador: Distribuiu muito bem as tarefas na transformação da água em vinho nas bodas em Caná da Galileia (João 2 v 1 – 12);

3.2. Na ressurreição de Lázaro, o Senhor igualmente, distribuiu muito bem as tarefas.  (João 11 v 30 - 45);

3.1.            Quando Ele multiplicou os pães, na Bíblia isto ocorreu por duas vezes (Mateus 14 v 15 – 21; 15 v 32 – 38). Cristo sempre concedeu oportunidades para todos trabalharem. Muitos foram honrados através das chances que o Senhor lhes dava.

  1. 4.    COMO TRABALHA UM ADMINISTRADOR?

Na realidade um administrador trabalha assim:

 a) Com muita capacidade para administrar;

 b) sabendo ouvir os seus liderados, mesmo que ele não é obrigado a acatar tudo que ouve;

c) distribuindo, bem, as tarefas;

d) gerindo, presidindo, comandando;

e) incentivando, encorajando, animando os liderados;

f) ajudando os seus liderados a crescerem;

g) ter controle sobre sua responsabilidade. Etc.

  1. 5.    ADMINISTRAR É AO MESMO TEMPO:


5.1.       Prever: visualizar novos horizontes. Ter planos para o futuro (ter visão de águia);

5.2.       Previsão: Estimativa do futuro: ter certas noções de como será daqui a um, dois, três anos e sucessivamente;
  
5.3.       Estabelecimento de objetivos: É preparar para tal ocasião. O que iremos conquistar, ou como estaremos, na referida ocasião.

5.4.       Programação: Estabelecer uma série de propriedades para alcançar o objetivo no referido tempo. Como: economizar certo percentual de tempo, em tempo; ou estabelecer mais uma segura fonte de renda; ou cortar certos gastos e etc..

5.5.       Cronograma: Determinar uma serie de passos para o programa: como atingir as fontes de renda, sem que os pontos principais da instituição sejam prejudicados.


5.6.       Orçamentos: Distribuição de recursos necessários para atingir os objetivos;


6.    ORGANIZAR:
 É reunir meios e recursos materiais e humanos, distribuindo de tal maneira que possam funcionar como um todo, sem perder a noção de continuidade.
  1. 7.            ATIVIDADES:

7.1.       Desenvolvimento da estrutura da organização. Identificando e agrupando o trabalho a ser executado nos diversos cargos.

7.2.       Delegação: Confiar às responsabilidades e autoridades a outros exigindo prestações de contas pelos resultados.
 7.3.       Estabelecimento de relações: Criar condições necessárias para os esforços mutuamente, cooperativo do povo.    

  1. 8.             COMANDAR:


 É determinar as providencias, a fim de que toda a organização funcione de acordo com as normas vigentes:


8.1.            Tomada de decisão: chegar à conclusão e julgamento;

8.2.            Comunicação: criar compreensão;

8.3.            Motivação: Inspirar, estimular, e impelir as pessoas a tomarem medidas necessárias;

8.4.            Seleção de materiais: envolver pessoas para os cargos existentes na organização;

8.5.            Desenvolvimento do pessoal: ajudar as pessoas a melhorar seus conhecimentos, suas atitudes e habilidades.    

 
 SEÇÃO 13

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9 COORDENAR:


É manter o Organismo (igreja) em funcionamento homogêneo integrado em suas funções. É proporcionar o desenvolvimento de cada órgão, procurando manter o equilíbrio do sistema operacional. Assim procedendo evite-se atritos, perdas de tempo e porque não dizer complicações indesejáveis.

10 CONTROLAR:

Avaliar e regular o trabalho em andamento e acabado:


  1. : Isto é, os critérios pelos quais se avaliarão os métodos e os resultados.a.            Estabelecer padrões de execução

  1. : Ou seja, registrar e relatar o trabalho em andamento e o acabado.b.           Medição do desempenho

  1.  : Sempre nesta avaliação pergunta – se: o nosso método foi bom? Em que falhamos? Por que não alcançamos melhores resultados? Onde falhou nosso planejamento?c.            Avaliar o trabalho em andamento e os resultados obtidos

  1. : regular e aperfeiçoar os métodos e os resultados.   d.           Correção do desempenho

  A Administração perfeita esta no Céu. O próprio Deus estabeleceu regras fixas para o Universo. O Universo teve o seu planejamento (Provérbios 8 v 22). Os dias da criação foram seis.

Nenhuma igreja vive sem administração. Assim como nenhuma empresa sobrevive desorganizada. A Bíblia nos ensina grandes administradores, como Daniel, José do Egito, Jetro e vários outros.   

 11.        OBJETIVOS DA ADMINISTRAÇÃO
   
  1. . Há muitas maneiras para se fazer uma coisa. Mas Porém, devemos procurar aquela que seja mais prática e eficiente, que melhor corresponda à realidade.a.            Simplificar o trabalho

 . Através da simplificação do trabalho, conseguimos facilitar sua produção e, consequentemente, produzimos mais e melhor.b.           Facilitar a produção

                     12.        ADMINISTRAÇÃO SECULAR

 Há três grandes ramos da administração secular: pessoal, financeiro e organização e método. Vejamos em síntese, a responsabilidade de cada um deles:
  
12.1.  Pessoal: cuidar das pessoas de que compõem a empresa (igreja), preocupando-se com a situação disciplinar, a integração, o treinamento, a produtividade, a administração, a demissão, as férias, e substituição, etc.

12.2.  Financeiro: Analisa a receita e programa as despesas, através de planejamentos.

12.3.  Organização e Métodos: Estuda e pesquisa a maneira da empresa (igreja) operar, estabelecendo as seqüências, mas lógicas e o tempo preciso.



  1. 13.        ADMINISTRAR IGREJAS 
   

O substantivo “Igreja” {do Hebraico [é qahal ( significando assembleia) do grego é [Ekklesia (que significa assembléia pública)]}.

A palavra Igreja, do original grego, ekkleisa; exegeticamente, é assim estudada: ek que significa, fora de”, e klesia significando, chamados para”. Então, a palavra grega, ekklesia forma a seguinte frase: “Chamados para fora de”. Isto deixa claro, que os componentes de uma igreja devem ter algo de distinto com respeito às demais pessoas, as quais não fazer parte da mesma. E refere-se aos seguidores, (os discípulos) de Cristo, que em Antioquia eles foram chamados pela primeira vez de cristãos (Atos 11 v 26), daí veio o nome Cristianismo, a Religião de Cristo.

  
14.4.    IGREJA:

  
14.4.1.               A igreja, nome literal: Literalmente, Igreja, refere-se: ao grupo de fieis a Cristo de todo planeta terra; aos templos onde são realizados os cultos cristãos.

  
14.4.2.               Igreja Universal: fala a respeito de todos os seguidores de Cristo de todo mundo e de toda época (Hebreus 12 v 23).

  
14.4.3.               Igreja Local: diz a respeito uma pequena parte da Igreja Universal. E fala de um grupo de seguidores de Cristo em um determinado lugar. Exemplos: em uma região, em uma cidade, em um distrito, em uma vila, em uma fazenda, etc.


14.5.    O QUE SE ADMINISTRA EM UMA IGREJA?


A administração eclesiástica vai mais além do que a administração empresarial. Isto é pelo fato de que na empresa a sua administração resume em torno da sua contabilidade: produção, estoque, vendas, receitas, despesas, gastos e reserva financeiras. E a igreja, além dos sues meios que garantem suas receitas, ela tem seus gastos e suas despesas, e também necessita de reservas financeiras. Nisto consistem sua contabilidade. Depois das administrações contábeis em uma igreja, ela ainda tem mais várias áreas vastas que precisam ser minuciosamente, administradas, a saber:



14.5.1.               Liturgia: Nesta área consiste a administração devocional dos cultos na igreja, nas casas, nas ruas, e etc.:


14.5.2.               Os horários de iniciar e terminar os cultos.


14.5.3.                Quais dos seus auxiliares que tem mais condições para dirigir os respectivos cultos, exemplos: em um domingo, um culto de ensinamento, um culto em ar livre, em uma casa, etc..


14.5.4.               Porque em um culto no dia domingo, nem só o dirigente, mas todos os que vão cantar e dar uma palavra precisa ser cuidadosamente, selecionados, isto é devido às várias visitas. E para os visitantes precisamos apresentar o nosso melhor. Para que depois eles possam voltar, mas se eles não gostarem como voltará?


14.5.5.                Mas o líder não pode encostar aqueles componentes da igreja porque não sabem pregar, e os que cantam desafinados, eles são utilizados nos meios da semana, quando tem menos movimento na igreja. Ninguém é inútil na Casa de Deus.



14.5.6.               Para os cultos em ar livre, também precisa selecionar os cantores, os que vão testificar, e principalmente, o pregador. Visto que muitos estarão em pé, outros estão só passando e dão uma paradinha para ouvir um pouco e acontece de ter até mães com crianças no colo, em pé; portanto, o pregador além de inspirado e atraente (isto é, pregar bem e bonito, nada de gritaria e de línguas estranhas), ele, precisa ter controle e saber que esta pregação não pode passar de 15 minutos.


14.5.7.                Saber distinguir os propósitos de cada culto. Cada culto deve ter liturgia diferente, como: o culto público no domingo, o culto de ensinamento, o culto de oração, o culto publico no meio da semana, a escola dominical, a reunião com os membros etc.


14.6.    A MISSÃO DA IGREJA:

Todas as contribuições financeiras (dízimos, ofertas e votos); todos os cultos (adoração e devoção a Deus); os evangelismos (pregar o Evangelho para os que ainda não cristãos) e as missões (sustentar e responsabilizar por missionários que foram enviados para fazer a obra de Deus: evangelizando e dirigindo igrejas e etc.), têm pelo menos sete objetivos, a saber: 

            Ajudar os homens conhecer a grandeza. A majestade, a gloria, o poder e o amor de Deus;



  1. Ajudar os homens a conhecer a pureza a beleza, a magnificência, o poder e o amor de Jesus Cristo, Filho de Deus;

  1. Instruir, orientar os homens na adoração a Deus.


  1. Ajudar os homens a conhecer seus deveres e responsabilidade como filho de Deus;


Ajudar as pessoas a conhecer a Bíblia que é a luz da qual todo homem necessita para viver retamente;

  1. Ensinar a honestidade, a cortesia, a verdade, a diligencia no trabalho, e a amabilidade no trato;


  1. Contribuir para o crescimento do caráter, tendo uma vida altruísta, útil e radiante.


15.  PE

            O PE, quer dizer Ponto de Equilíbrio. Ele dar o diagnostico financeiro da Igreja. Esse enxame é efetuado assim: primeiro, faz a soma de todas as entradas da igreja e depois faz as somas de todas as saídas. Se as entradas forem menores que as saídas, o PE está negativo, no vermelho, saldo devedor; se as entradas forem iguais às saídas, o PE está nulo, saldo zero, o que entra sai; se as entradas forem maiores que as saídas, o PE está positivo, está no azul, à igreja tem saldo positivo.


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 SEÇÃO 14



  1. 16.        DOCUMENTAÇÕES DA IGREJA

 Com respeito às documentações iniciar pelo principal documento, a saber, “O ESTATUTO”.

 16.4.     ESTATUTO:

 Isto fala de um documento que contém o conjunto de regras que regem e estabelecem a estrutura e a organização de uma Igreja. O Estatuto registrado constitui - se juridicamente uma instituição. E o código civil brasileiro estabelece-se que “Nenhuma sociedade pode existir ou funcionar no território nacional sem ser juridicamente constituída”.
  
16.4.1.                PARA QUE O ESTATUTO: 

 16.4.1.1.          Uma igreja sem o Estatuto é uma igreja clandestina, ou fantasma, ela não existe juridicamente. Uma instituição assim estará sujeita muitos perigos, inclusive, de ser fechada.

16.4.1.2.            Uma igreja sem o estatuto não pode ter nenhuma propriedade. Exemplos: ela não pode possuir: templos, casas, carros, eletrodomésticos, em fim, nada. Além disto, ela não tem como ser representada juridicamente.

16.4.1.3.          Existe ainda uma causa mais importante para que uma igreja tenha o seu Estatuto registrado: isto se trata da necessidade de se inscrever no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), para efeito de inscrição no INSS. A legalização de qualquer construção na igreja dependerá da Certidão Negativa do INSS. E mais, no caso de acidentes, doenças, ou invalidez todos os empregados da igreja têm direito de recorrer ao INSS.

16.4.1.4.          Um Estatuto bem elaborado, feito criteriosamente é uma segurança para a igreja. Ele não fere nenhum principio espiritual. Sem o estatuto a igreja corre o risco de desvios doutrinários e patrimoniais e fica aos caprichos da liderança mal informada, até mesmo. Mal intencionada. Certo é, toda igreja precisa, de antemão, elaborar o seu estatuto e passar a existir juridicamente.

 16.5.    REGIMENTO INTERNO:
  
 O Regimento Interno é uma complementação do Estatuto. O Estatuto ficaria muito extenso se todas as regras e as normas que dirige e segura à instituição, estivesse registrado nele. Mas conforme a Instituição brasileira é legal o Regimento Interno. Este documento não pode contradizer o Estatuto, mas tão somente subsidiá-lo. A elaboração do Regimento Interno é efetuada com os mesmos elaboradores do Estatuto, ou por novos membros da diretoria. Isto acontece assim: 1- numa reunião da diretoria, os elaboradores (eles devem conhecer muito bem as leis do referido Estatuto) elaboram as leis do Regimento Interno; 2- em outra reunião, uma reunião com toda diretoria e com, pelo menos, a maioria dos membros da igreja; 3- todas as leis do regimento Interno serão lidas com muita clareza perante assembléia; 4- então o presidente pergunta se há alguém que queira comentar sobre as referidas leis do Regimento Interno; 5- a assembléia concordando com as referidas leis; 6- então o presidente pede para assembléia aprovar regimento, em apreço, a maioria (50% dos membros da instituição mais 1 pessoa) aprovando, o Regimento Interno passa a ser realmente Lei; 7- então é só o documento ser assinado pela diretoria e pelos os membros da instituição.

              IMPORTANTE:

Tanto o Estatuto, quanto o Regimento Interno, precisa ser analisado pelo advogado da instituição para que eles não venham de alguma forma contradizer a Constituinte do País.

  3º) Alvará: o Alvará é também um documento de suma importância. Ele autoriza (dar o direito) uma instituição, ou a alguém exercer quaisquer atividades em qualquer parte do país. Sem o Alvará de licenciamento a instituição corre risco de sofrer embargo e fechamento. Visto que, em caso de fiscalização, os fiscais podem fechar o estabelecimento, não os encontrando o alvará; e se porventura ocorrer qualquer imprevisto, como acidentes e etc., vindo os magistrados (como os policiais, por exemplo), e não encontrando também o Alvará, eles também têm o direito de fechar o estabelecimento. O Alvará de funcionamento é atribuído pelas Prefeituras do município. A maioria das prefeituras não cobra por alvarás para igrejas. No caso de instituições, para tirar alvarás precisa do CNPJ.

 16.6.    ATA:

 A Ata é um documento que designa uma reunião, nascimento, ou constituição de associação, sociedade civil que se dar em uma assembléia geral onde várias pessoas unidas com o mesmo objetivo se dedicam a atingir seus fins. É onde se lavra todos os assuntos de uma entidade civil regida por estatuto.

 16.6.1.               Quem pode lavrar a Ata? Normalmente a Ata é redigida pelo primeiro secretário eleito em Assembléia ou pelo segundo secretário na falta comprovada do primeiro, ou por secretário provisório nomeado pelo presidente. É recomendável que as Atas sejam lavradas por secretário competente. Ele precisa conhecer bem as normas da ata. Ao redigir a ata o secretário não pode cometer: rasuras, emendas, riscos, ou deixar espaço, ou linhas em branco; para evitar emendas duvidosas.

 16.6.2.               Como deve lavrar a Ata? Lavra-se uma ata de margem a margem. Tudo deve ser escrito por extenso, até os números. No caso de rasura existem normas para a correção, por exemplo: “onde ler......, ler-se...............”. 

No caso de emendas também existe normas para acrescentá-las ao corpo da ata. Geralmente, elas devem acontecer no final da ata. Exemplo: “Em tempo:.....................................”

INICIO: Ata de número:.....

Ata da reunião (ordinária, ou extraordinária) dos: (membros), ou (Obreiros), ou (dos associados) da igreja:..........; A reunião deu-se inicio no templo da igreja:.........,situado a Rua:....., Número:......,

Bairro:......, cidade:............., Estado, no dia:....., mês:....., ano:....., hora:......,minuto:.......; A referida reunião foi iniciada pelo o Sr: presidente, o qual...(então serão redigidos o que for tratado)



    CONCLUSÃO: Não havendo mais nada a tratar, o presidente encerrou a reunião do dia:....,mês:...,ano:.....as .......horas, o qual solicitou que procedesse a leitura da ata, que depois de lida estará sujeita a sofrer emendas, ou ficar como está. Sendo aprovada, por unanimidade, segue se assinada por mim, o primeiro secretário. Pelos membros da diretoria e por dois membros idôneos presentes na reunião.

Lugar:.............., mês:............, ano:................

Presidente:..............................................

1º Secretário:.................................................



2º Secretário:..................................................



1º Tesoureiro:.................................................

2º Tesoureiro:.................................................



Comissão de contas:

1:..............................................................

2:..............................................................

3:..............................................................

Membros:

1:..............................................................

2:..............................................................



16.6.3.               A Ata como Lei: A ata passa a ser lei para ser cumprida, após sua aprovação. Para isto acontecer ela (a ata,), deve ser lido pelo secretário e em seguida o presidente indaga aos reunidos, é obvio, se eles aprovam a ata, ou não, eles aprovando-a, passa a ser Lei, após as devidas assinaturas.

16.6.4.               Quando é preciso lavrar atas: são lavradas atas nas (AGE) Assembléia Geral Extraordinária: quando surgir um assunto repentino para ser trado.  E nas (AGO) Assembléias Gerais Ordinárias: “Nas reuniões programadas nas datas especificas”.

16.6.5.               Onde deve ser permanecer o livro de Atas?

O livro de atas deve permanecer na sede onde ocorrem as Assembleias (reuniões) Gerais.

Seriedade: Os membros da diretoria têm uma grande responsabilidade. Sendo comprovada qualquer fraude em um ata, o presidente e Secretário responderão criminalmente em juízo.

Com relação às atas, há ainda de uma serie de normas, mas como toda instituição depende de um advogado, ele, mesmo orientará o presidente com respeito, as mesmas.

Em todas as Assembléias (reuniões), é preciso outro livro, além do livro de ata, para que os demais membros da reunião venham a assinar.

 A listra dos assinantes deve iniciar assim:

“Listra das assinaturas dos membros da igreja.................., esta listra acompanhará a ata de numero tal, ocorrida no dia:...., do mês:................, do ano:.....................”  

Todas as pessoas eleitas para exercer cargos numa instituição na ata devem constar seu nome completo, endereço, estado civil, RG e CPF.  

Sendo caso de tratar algum assunto na justiça, a ata precisa ser reconhecida firma, em Cartório.

Faça pesquisa na internet, em livro didático de redações, como elaborar:

v    Ofícios;

v    Requerimentos;

v     Cartas;

v    Estatuto;

v    A própria ata;



CONCLUSÃO



Para nós que já somos obreiros o Espírito Santo nos exorta a voltar a estes princípios bíblicos. Para você que é um líder de igreja, pelo amor de Deus, não apresente, ou consagre ninguém ao Santo Ministério que não preenche os requisitos registrados neste livro. E para você que almeja ser um obreiro, preste muita atenção nestas instruções e segue-as.

Amados irmãos, aprenda lendo em vez de aprender apanhando. Estou intercedendo diante de Deus em teu favor.




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